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Mostrando postagens de junho, 2007
"O amor perdoa mesmo o desejo do ser amado." Friedrich Nietzsche Ela olhando a tela do computador, não sabia o que escrever... tudo que ele havia dito tinha lhe ferido, tanto quanto uma martelada no dedão do pé direito. A paz da noite com as amigas tinha lhe escorrido pela mão... a felicidade de um papo com atigos-novos ramances tinham lhe perdido o sentido, até mesmo o amor tinha saido um pouco do coração... olhando de novo a tela do computador ela sentiu vontade de matá-lo, nunca palavras tão pesadas tinham sido ditas a ela... palavras sem dúvidas verdadeiras... e pela primeira vez ela sentiu... sentiu um amor muito maior que ela poderia ter sentido, confusa com ela mesma, viu que o mundo era uma caixinha de surpresas, e que no mundo dela, o mundo que ela tinha criado, o amor de verdade nunca tinha surgido... pela primeira vez ela sentiu o gosto dele... e ele era mais doce que fruta chupada do pé. Ela sorriu... quando lembrou ...
"Um dia, ele chegou tão diferente do seu jeito de sempre chegar Olhou-a de um jeito muito mais quente do que sempre costumava olhar E não maldisse a vida tanto quanto era seu jeito de sempre falar E nem deixou-a só num canto, pra seu grande espanto, convidou-a pra rodar E então ela se fez bonita como há muito tempo não queria ousar Com seu vestido decotado cheirando a guardado de tanto esperar Depois os dois deram-se os braços como há muito tempo não se usava dar E cheios de ternura e graça, foram para a praça e começaram a se abraçar E ali dançaram tanta dança que a vizinhança toda despertou E foi tanta felicidade que toda cidade se iluminou E foram tantos beijos loucos, tantos gritos roucos como não se ouvia mais Que o mundo compreendeu E o dia amanheceu Em paz" Ela tinha sentido que tudo que ela não queria, era ele, mas que inevitavelmente ele era tudo que ela desejava ter. E nessa contradiçao de certo ou errado, de querer ou nao querer, ela se viu só, por que a vida não ...

Ontem

"Que tudo fosse mais facil na vida da gente quisera eu, quando em vez, só pra variar. Coisas como o fazer o gozar, o sofrer, o desejar. Sonhos pequenos não me bastam, porque me apequenam. Chega demover meu desejo apenas no limite estreito do possível." Ao lê essas palavras ela tinha lembrado dele, de todo os seus problemas, de tudo que ele havia dito, cada palavra solta que tanscorria do violão. Percebeu que agora nada fazia sentido, toda a verdade passada a ela tinha caido na falsidade, queria vê onde ela tinha errado se é que ela tinha errado, procurou entender cada gesto, movimento, na esperança de reconhecer os seus sinais, algo que ele quisesse que ela tivesse visto, mas que por sua mania de sentir, não viu. Existiu vários, porém nenhum que levasse a realidade escondida por ele, logo ela que havia feito planos e que tinha decidido ficar do lado dele durante qualquer situação, tinha sido uma escolha dificil, mas que agora ou antes de vê tudo que viu, ela tinha certeza que...
O adeus foi dado em silêncio, no minuto que ela colocara o primeiro pé lá, ela sentiu o que viria, mas preferiu fingir que não seria assim, e talvez não fosse. Os minutos que se passaram e a falta do que dizer foi suprida por tudo que já havia tocado, por tudo que havia tocado a alma, queria fulgir, porém preferiu ficar e enfrentar mais uma vez o que o seu caminho lhe porprorcionara, olhando para as notas soltas que caiam do violão e que falavam por si, sentiu que apesar do fim aquele era um começo, não o começo de uma outra história com outros personagens, contudo o começo da mesma história. Ela não desistiria de seguir o que o seu coração falava.
Ela tinha feito uma loucura, mais uma dentre varias que ela já tinha feito, mas essa tinha algo que a fizera repensar naquilo que ela havia se tornado, alguém que com certeza era diferente daquilo que ela queria ser. Querendo não mais pensar nesse assunto ela tentou focar a atenção para o filme que passava na tv, não adiantou, o filme tinha perdido a graça exatamento no ponto que ela havia percebido que ele era igual a todos os outros, e era exatamente esse igual que ela não queria ser, tentava se diferenciar, mas ela havia se tornado tão diferente que não podia mais se encontrar. Saiu de casa na esperança de achar alguma parte dela, algo que ela tenha deixado em uma esquina ou em alguma dessas casa de festas que ela frenqüentava, mas tudo que havia restado da noite anterior estava no lixo, ou ainda no chão vagando na incerteza de ter algum significado. Ela não se encontrou. Foi ver o mar, o seu companheiro que tanto jah a tinha visto chorar, sorrir. Sentou-se em uma pedra onde podia m...
Bom, o lekus pediu para eu escrever algo, mas nao sei, eu nao to com o espirito de escrever nao, o escritor tem que escrever com a alma e nao pq os outros pedem, por isso lekus eu tenho tao poucos texto aqui, pq eu soh escrevo quando acho que devo, pq algo de dentro quer sair, como um musico quando escreve sua musica e uma bailarina quando dança. escrever eh uma arte e tem que se ter inspiraçao pra ela. =DD =*