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Mostrando postagens de abril, 2007
A cidade ao fundo, o mar inquieto à minha frente, o dia virando noite e as luzes brilhando mais do que deviam, ofuscando a dor da ausencia, a ausencia de mim mesma. No fundo tudo é grande, e é nessa grandeza que me perco, já nao sei qual o meu lugar, onde ficar,como agir, e sempre que tento agir a reaçao que é desencadeada me faz mal, me sinto uma estranha já tão conhecida no mundo. Sou tao menina e o mundo ao fundo eh tao vasto, tenho medo de me prender nesse sentimento que vai me deixando fraca, e essa fraqueza me corroi lenta e progressivamente na contradiçao da propria existencia entre pensar e fazer.
As coisas da vida acontecem como tem que acontecer, parece óbvio, mas " o essencial eh invisível aos olhos". Lembrei-me dessa frase ao sair do cinema e não foi o filme que me fez relembra-la foi a sentimento que ele dispertou em mim e as companhias, ou melhor, as companhiazinhas, uma delas supreendeu a mãe com a pergunta: se eu tivesse mil reais eu poderia comprar essa telona? A mãe riu e disse que nao. As crianças têm a percepçao mais correta do mundo, o olhar crítico e a forma de como elas tiram suas proprias conclusões, sem maldade e sem malícia é o que a infacia possui de mais encantador. Escrevo como uma velha apesar da pouca idade, porém desde cedo me propus a analisar as pessoas e de como elas reagem ao mundo, e o que concluir é que todos os poetas têm um pouco de criança dentro de si, não que eu tenha sido a primeira a notar isso, mas concerteza o fato de eu ter notado isso por mim, me mudou absurdamente e mudou tambem a maneira de como eu vejo o ...