A cidade ao fundo, o mar inquieto à minha frente, o dia virando noite e as luzes brilhando mais do que deviam, ofuscando a dor da ausencia, a ausencia de mim mesma. No fundo tudo é grande, e é nessa grandeza que me perco, já nao sei qual o meu lugar, onde ficar,como agir, e sempre que tento agir a reaçao que é desencadeada me faz mal, me sinto uma estranha já tão conhecida no mundo.
Sou tao menina e o mundo ao fundo eh tao vasto, tenho medo de me prender nesse sentimento que vai me deixando fraca, e essa fraqueza me corroi lenta e progressivamente na contradiçao da propria existencia entre pensar e fazer.
Sou tao menina e o mundo ao fundo eh tao vasto, tenho medo de me prender nesse sentimento que vai me deixando fraca, e essa fraqueza me corroi lenta e progressivamente na contradiçao da propria existencia entre pensar e fazer.
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