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Mostrando postagens de março, 2009
Prometi pra mim mesmo esse ano ia ser diferente, e ser diferente inclui não me apaixonar por ninguém. Tá, que já tá em um grau difícil de esconder. O quanto a pessoa pode ter por perto? Quanto pode ser dito sem estragar o disfarce perfeito? Quanto vale o silencio? Eu apostei errado esse ano, eu apostei que ia mudar e já fazem três meses e nada mudou de fato, me libertei de uma ou duas coisas, mas só. Nenhuma realização. O que me falta? que motivação ainda não conheci? Preciso me apaixonar, mas me apaixonar pela minha vida, a vida que eu to construindo, nada de pessoas, esse ano não... só se for algo que me ajude a me edificar, se não.. não quero, esse ano eu quero me construir quanto pessoa... quanto vale saber o que você quer da vida? quantos risos? quantas certezas? Eu quero a verdade sobre mim, esse ano não tentarei ser especial, tentarei ser eu, no meu riso, na minha vida, nas minhas certezas... e a única coisa que eu sei, a única coisa que tenho para me apegar é que eu não me conh...
(...) O amor vive neste sutil fio de conversação, balançando-se entre a boca e o ouvido. É preciso saber ouvir. Acolher. Deixar que o outro entre dentro da gente. Ouvir em silêncio, sem expulsá-lo por meio de argumentos e contra-razões. Nada mais fatal contra o amor que a resposta rápida. Alfange que decapita. Há pessoas muito velhas cujos ouvidos ainda são virginais: nunca foram penetrados. E é preciso saber falar. Há certas falas que são um estupro. Somente sabem falar os que sabem que As mil e uma noites são a história de cada um. Em cada um mora um sultão, em cada um mora uma Xerazade. Aqueles que se dedicam à sutil e deliciosa arte de fazer amor com a boca e com o ouvido (esses órgãos sexuais que nunca vi mencionados nos tratados de educação sexual…) podem ter a esperança de que as madrugadas não terminarão com o vento que apaga a vela, mas com o sopro que a faz reacender-se. Rubens Alves.
Tá, vez por outra é bom se entregar, como se na sua frente tivesse uma longa estrada com um belo por-do-sol. As vezes se fica distante, com o pensamento meio longe, querendo de alguma maneira contar. as vezes amar em silencio é difícil, muito difícil, porque a parte que cala é a parte que você não consegue esconder, está nos atos, entende? Dentro de cada gesto oblico e dentro de cada palavra proferida sem pensar, amar escondido é tão difícil quanto mentir por muito tempo, pois a gente sempre se policía antes de falar, não pode falar mais do que a maldita razão permite e ela quase sempre permite pouco. E não falarei mais do que o permitido, eu não tenho por que me lamentar por cada amor mal resolvido da minha vida, pelo menos eu vivo amores, e eles são por muitas vezes o que me basta, me basta isso pra me sentir viva. Mas tem dias, como esses dias, que a estrada que me leva a esse por do sol maravilhoso transborda de solidão, e as vezes um abraço, como o que ele me dá, é tudo que sobra....
Tem coisas em determinados momentos da vida que a gente não pode escrever. mas ei, para de fingir que nao me ama. não deixa pra ultima hora. fica comigo. Ou então eu serei obrigada a ser FELIZ com ele, o meu outro, aquele que voce sabe quem é e aquele que eu to aprendendo a querer bem. não me deixe sair pela porta assim, lute pelo menos uma vez por aquilo que voce sente, e me busque mesmo nos braços dele. Só não demore, porque o tempo tambem nos ensinar a amar, e o inicio desse amor, desse querer bem, já começou. Não demore, que algo dentro de mim ainda quer ser seu. Não demore!
Ritmos cadenciados, sorrisos soltos, a liberdade dela em ser e apenas ser ela. Ele a olha rindo, rindo de como ela dança desengonçadamente lindo, de como ela parece ser sempre tão desprovida de qualquer conceito bobo de banir o que ela sente, nada de regras, apenas ela e a sua enorme diversidade de agir e reagir. os gritos, e os silêncios e as enumeras forma que ela assume diante dos acontecimento. Diante de tanto diversidade de reações ele prefere não contar, se cala, nega e até renega de forma invariável essa terrível condição de se encantar por ela, todo os dias. Desprovidamente de qualquer regra eles jogam um eterminavel jogo de ciumes e descrença, de amantes de paixões, e continuam, continuam...até quem sabe um dia.