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Mostrando postagens de abril, 2009
Dos desejos de amores, das poesias sem poetas da minha vida, sem cor. Está mais do que notório que eu procuro, procuro em cada vão momento a felicidade de me sentir única, de cada gesto descuidado o ardor de me perceber eu, para outro. Procuro. Procuro algo que seja mais do que passado ou presente, procuro o futuro, e de todo o amor que ele possa proporcionar, procuro, o mar sempre ausente na saudades de amar. E me apontam, e me despontam e me aprontam, algo que eu não quero, que eu não sou. Ninguém entenderia o que é andar pela tarde só, com o por-do-sol, sonhando, ninguém procuraria compreender o que é me ser dessa forma desmedida, que não entende que o amor não se encontra todo os dias em todas as coisas. E que se sente todos os dias por todas as coisas, ama-se a tudo mesmo antes de conhecer. E depois se desapega para não sofre, não sofrer mais do que já foi sofrido. Eu sou isso, essa procura diária desse amor imperfeito cheio de dor, cheio de graça, desse amor sofrido de uma tarde...
As recordações da noite passada, o cheiro forte de desejo, o sabor desconhecido do beijo, as mãos se entrelaçando e se abraçando, o nó, o banho, a cumplicidade e intimidade inesperada, a repleta contentação de ter acontecido do jeito que foi. Seria dificil explicar o que eu sou, como eu me porto a meio emoções, eu sou translucida, mas a inextensão dos meus sentimentos me deixa complicada, não para os outros, mas para mim mesma. Confundo desejo, com paixão. E paixão, com amor. Recorro sempre a minha insegurança infinita para me esconder de sentimentos, para explicar que eu não posso amar, por culpar a falta de interesse dos outros, que na verdade é minha. Dos suplicios e dos suspiros da dor da espera pela resposta, me contento em não saber a verdade, digo a todos que não quero, quando o que eu mais quero é querer. E de faltas e sobras, me resta a dor de me suportar, e de tentar me fazer mais segura de mim. As marcas da noite passada ficarão comigo para sempre, é como uma tatuagem silenc...
Quanto custa uma amizade? Quanto realmente vale um abraço? Qauntos custa o amor? A espera, parecia que um pedaço dela nao estava, fatava algo que ardia na memoria, mas na memoria dos sentimetos o que era ainda pior, afagava a certeza de um dia encontrar o outro no dia marcado, e marcaram-se mutuamente, ela errou. de novo! Em resposta dessa espera veio o drama, aquilo que as pessoas dizem chorando o que não merecia nem ser dito, de tao pequeno. E a dor nela de ter se perdido, perdido a alegria na ausencia dele, a dor dela de se sentir isso, essa menina que sempre erra ao escolher o Ele dela. Levantou-se e foi embora, na duvida se o que ela estava fazendo era certo, não importava quanto custaria, ela pagaria pela amizade, ela pagaria para que ele a perdoasse, pelo erro dela ou dele? não importava, o que importava era o drama e a dor que ele forgou ao saber por ela sobre o aquilo, e essa dor doeu nela, de verdade! doeu como se visse de uma so vez todos os relacionamentos dela, todas as ve...

Bandeira a meia haste.

Poderia escrever sobre confianças finitas, essas que acabam com a gente, ou em um texto mais direto, sobre mentiras. Não sei, eu realmente não sei o porquê. e nem quero saber, não quero justificar o que aconteceu, ele egoísta, eu temperamental, não acho que tenha sido isso. Na verdade vai aleém, vai das vezes que ele silênciou e esqueceu de me dizer o que não gostava em mim, e vai das vezes que eu não perguntei para que ele não ficasse com raiva de mim. Bom, não esquecerei das vezes que em que eu falei para meia dúzias de pessoas que ele valia a pena sim! de que dele se podia tirar uma grande amizade, errei. Bom, como eu disse não tentarei conversar, não tentarei expor fatos ou argumentos, não tentarei sobressair no meu ponto de vista, não vale a pena. Tudo o que eu digo, tudo o que eu realmente digo é, que pela primeira vez na minha vida eu amei alguém, eu respeitei alguém, eu protegi alguém, que nem se quer reconheceu isso por um segundo, se ele me deleta da sua vida assim, é porque ...
Fortaleza, 03 de junho de 2008 Amigo, É muita falta do que fazer mesmo a gente ficar mandando carta um pro outro principalmente pq nos vemos todo santo dia. Primeiro pensei em escrever no computador e imprimir depois, mas ai né, ia perder o sentido da carta. Estava eu aqui lendo sobre sartre, conheces? Se não, deveria ler sobre ele, pq o cara tem umas ideias super legais, mas se bem que eu acho que já conheces, nós meio que estudamos sobre ele já. Bom, to falando dele porque ele ateu, ai foram perguntar o por que dele ser ateu, a resposta foi essa: pq tinha sentido que Deus não existia aos doze anos de idade e que esse sentimento sem uma explicação lógica fez dele um ateísta, só pelo fato de ter sido um sentimento que aconteceu sem mais... Bom, o que não é o nosso caso, pelo menos não o meu, quer dizer até é um pouco, pq de vez em vez eu não acredito no cara la de cima, como Sartre também diz ele nada mais é que uma desculpa para pessoas imporem as outras as suas ideias e as suas guerr...
Ana, estupefata pela intensidade do sol entrou em um bar, pediu uma água e esperou até virar noite, estava cansada e o que ela pensava era de uma forma única a mesma coisa desdo dia que ela decidiu sentir. Reconheceu e conheceu que esse fato era de uma forma novo, como tudo em sua vida, Ana, ansiava a determinação de um plano bem realizado, o que teria sido do Che se ele tivesse desistido?!?! O sol que a tinha deixado delirante e ofegante dava espaço à um céu estrelado, a água de principio tinha se tornado outra coisa e inebriada pela embriaguez, saiu a procura, de tanto procurar achou e pelos acasos inevitáveis da vida, ou pela a própria loucura de viver, perdeu novamente. Omar, naquela tarde infernal decidiu que tinha que mudar algo na sua vida, os constantes sussurros desesperados pelo grito dilacerante da sua alma de volta, buscou por entre bares e bordeis a rosa branca da outra noite, o inferno era aqui e os anjos tinham ido embora, cansou-se da busca indiferente pela remota lembr...
Ela é tudo, ele só não quer acreditar. Parecia óbvio quando eles estavam juntos, rindo das mesmas besteiras. Ultimamente tinha algo leve no ar, uma falta de compromisso e isso era o tempero do amor deles. Os momentos que os dois tinham juntos eram sempre engraçados, uma lembrada sobre o passado, um olhar mais atento no sorriso do outro, e quando ela ria tudo o que ele fazia era olhar como ela ficava linda e de como ela era escandalosa. Parecia inicio, ela com outro, ele com outra, mas eles juntos, apesar do nunca dito tantas vezes, do não falando outras tantas, mas sempre desde o inicio que era passado, eles estavam juntos. E fazia uma noite realmente bonita quando eles saíram, tinha a lua que era deles, tinha a musica que era deles e tinha felicidade que os acompanhavam e dava um pouco mais de realismo ao sentimento que era mutuo. quando ele chegou em casa chegou também o vazio e quis se lembrar o pq de ter deixado ela ter ido embora mais uma vez, sem o beijo. Mas era tarde, ele apago...