Para quê reproduzir, reduzir e interferir, porque sempre que eu acho que é nunca, algo volta e me diz que é pra sempre, para quê expor o meu poeta e minha lua? para quê expor o meu coração em brasa a cada toque sutíl de cada palavra não dita? Se vais, sempre me volta, me consome de maneira que me extasia a alma, me deixa sem forças para negar os sentimentos que explodem como nunca dentro do meu coração, essa ressurreição que me perturba, que me faz acreditar em Deus, se morre, porque é fénix? não deveria seguir a lei natural das coisas e na morte morrer para sempre? Ah, adorado, te daria o mundo, te daria todos os mundos dentro do mundo, mas devias me deixar parti, e não digo isso como amante, digo isso como mulher, deverias me deixar e nunca mais dentro do infinito sentimento voltar a me procurar, mas sempre procuras, sempre retorna a casa e me diz da tua amizades, mas o amor que tem são elas. será? Comigo sempre retorna, porque há Deus em suas promessas e não me estranharia de sentir...
...que vive nua."