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Para quê reproduzir, reduzir e interferir, porque sempre que eu acho que é nunca, algo volta e me diz que é pra sempre, para quê expor o meu poeta e minha lua? para quê expor o meu coração em brasa a cada toque sutíl de cada palavra não dita?
Se vais, sempre me volta, me consome de maneira que me extasia a alma, me deixa sem forças para negar os sentimentos que explodem como nunca dentro do meu coração, essa ressurreição que me perturba, que me faz acreditar em Deus, se morre, porque é fénix? não deveria seguir a lei natural das coisas e na morte morrer para sempre?
Ah, adorado, te daria o mundo, te daria todos os mundos dentro do mundo, mas devias me deixar parti, e não digo isso como amante, digo isso como mulher, deverias me deixar e nunca mais dentro do infinito sentimento voltar a me procurar, mas sempre procuras, sempre retorna a casa e me diz da tua amizades, mas o amor que tem são elas. será?
Comigo sempre retorna, porque há Deus em suas promessas e não me estranharia de sentir o que eu sinto a tanto tempo mesmo tanto tempo depois.
Não tem como não lembrar em cada leve brisa dos dias nublados, dos sorrisos, das promessas, das natureza nada natural que me faz começar do fim. Terminamos antes de começar, e só começaremos depois de terminar, não se engane e nem negue. apenas espere renascer novamente, como fénix, cada vez mais bonito.

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