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Mostrando postagens de julho, 2016

Do momento presente. :)

De modo geral eu estou bem, pensei que sairia mais ferida e dolorida das minhas próprias expectativas, mas incontrolavelmente tudo tem se encaixado. E como em uma sinfonia, cada coisa tem acontecido exatamente como deveria estar acontecendo. As palavras, os momentos, até mesmo caos e isso é reconfortante, me faz querer continuar, mas talvez não a permanecer! As experimentações nos fazem conhecer a nós mesmos. Diz a esfinge, "conhece-te a ti mesmo", e tentando solucionar o enigma, vou seguindo, quem sabe pra aonde eu consiga ter paz e ser verdadeiramente feliz, encontrar um lar dentro de um abraço, me reconheci não só a mim, mas o outro em mim, e gostar dessa experiencia. Hoje, não tem angustia, não tem o medo de não saber o que a outra pessoa possa estar sentindo, aqui desse lado de cá só tem uma certeza, que a vida tem sido vivida e que alem disso ela tem se mostrado boa. E cheia de futuros bonitos

Quando a felicidade não nos pertence.

Tem um tempo já, que venho me sentindo embriagada a meio aos meus próprios sentimentos, e depois dessa virada de ano (da minha virada de ano), parece que tudo aqui dentro deu uma entornada, o caldo do sentir transbordou e de tão morno me assustou. Assustou porque ainda não descobri  como qualificar as coisas em boas ou ruins, ou por entender que esse dualismo de fato não exista, é tudo tão intimamente emaranhado que fica  dificil classificar, ainda mais assim, de maneira tão simples. Então o que fazer com o anseio do meu ser de classificar e ter o controle de tudo que sinto/sou? o que fazer diante a complexidade dos fatos e da certeza de que existem coisas na vida que me assustam por não conseguir ter a falsa ideia de que posso dominá-las? O que fazer quando isso tudo aqui vira essa ansiedade e me inquieta? Talvez apenas isso: escrever! E aqui estou. Vim porque o morno me assustou, e quando escrevo que o morno surpreendeu, não avali-o de modo pejorativo, pra muitos o mo...