"O amor perdoa mesmo o desejo do ser amado."
Friedrich Nietzsche
Ela olhando a tela do computador, não sabia o que escrever... tudo que ele havia dito tinha lhe ferido, tanto quanto uma martelada no dedão do pé direito. A paz da noite com as amigas tinha lhe escorrido pela mão... a felicidade de um papo com atigos-novos ramances tinham lhe perdido o sentido, até mesmo o amor tinha saido um pouco do coração... olhando de novo a tela do computador ela sentiu vontade de matá-lo, nunca palavras tão pesadas tinham sido ditas a ela... palavras sem dúvidas verdadeiras... e pela primeira vez ela sentiu... sentiu um amor muito maior que ela poderia ter sentido, confusa com ela mesma, viu que o mundo era uma caixinha de surpresas, e que no mundo dela, o mundo que ela tinha criado, o amor de verdade nunca tinha surgido... pela primeira vez ela sentiu o gosto dele... e ele era mais doce que fruta chupada do pé.
Ela sorriu... quando lembrou da igenuidade dele, da pureza.... ela não escrevia por pena dela... ela escrevia por sentir... por querer... ele não podia entender essa essência, e nem o sentido de suas palavras... ela não o culpava... sabia que o mundo, além do seu mundo, nunca a poderia entender, ela nao queria um namorado... nem alguem pra vida inteira, tudo que ela queria era sentir... sentir o que sentiu quando a raiva passou... sentir o amor... e ele nem sabia como a tinha conquistado... e nem precisava saber.... tudo que ele precisava saber é que por amá-lo demais ela decidiu não mais amar.
O essencial é invisivel aos olhos... pensou...
E essa
sou
eu.
nem mais nem menos....
apenas eu.
dificil de entender neh??? Contudo nunca disse que seria fácil...
Friedrich Nietzsche
Ela olhando a tela do computador, não sabia o que escrever... tudo que ele havia dito tinha lhe ferido, tanto quanto uma martelada no dedão do pé direito. A paz da noite com as amigas tinha lhe escorrido pela mão... a felicidade de um papo com atigos-novos ramances tinham lhe perdido o sentido, até mesmo o amor tinha saido um pouco do coração... olhando de novo a tela do computador ela sentiu vontade de matá-lo, nunca palavras tão pesadas tinham sido ditas a ela... palavras sem dúvidas verdadeiras... e pela primeira vez ela sentiu... sentiu um amor muito maior que ela poderia ter sentido, confusa com ela mesma, viu que o mundo era uma caixinha de surpresas, e que no mundo dela, o mundo que ela tinha criado, o amor de verdade nunca tinha surgido... pela primeira vez ela sentiu o gosto dele... e ele era mais doce que fruta chupada do pé.
Ela sorriu... quando lembrou da igenuidade dele, da pureza.... ela não escrevia por pena dela... ela escrevia por sentir... por querer... ele não podia entender essa essência, e nem o sentido de suas palavras... ela não o culpava... sabia que o mundo, além do seu mundo, nunca a poderia entender, ela nao queria um namorado... nem alguem pra vida inteira, tudo que ela queria era sentir... sentir o que sentiu quando a raiva passou... sentir o amor... e ele nem sabia como a tinha conquistado... e nem precisava saber.... tudo que ele precisava saber é que por amá-lo demais ela decidiu não mais amar.
O essencial é invisivel aos olhos... pensou...
E essa
sou
eu.
nem mais nem menos....
apenas eu.
dificil de entender neh??? Contudo nunca disse que seria fácil...
Comentários
cria um nome pra sua coluna do zine ok?!
eu só to com uma dúvida imensa como será o nome do zine ó.. até agora vieram mil coisas na minha cabeça, mas eu sou muito complexo nessas coisas e queria uma coisa simples... :P Se tiver alguma idéia ;D até agora sou eu, vc, e dois amigos meus... por enqnto.
-> Isso sem falar nos pseudos ehehhehe