encontros que acontecem... a paz que me rende e a arte, dias assim parecem não ter fim.. ficam na memoria e retornam nos dias em que se busca por felicidade... são saudades.
Saudades mesmo em tenho de achar que eu tinha um amor dentro de mim, que os meus atos por impulso e estupidez eram na verdade a inconsequente paixão. Saudades eu tenho é de quando o telefone tocava e a voz do outro lado era grave e forte e me dizia da minha beleza, são em dias como hoje que eu percebo que sinto falta daquilo que por anos me fez mal, mas que também me fez bem.
Lembro-me de cada palavra dita, parece estupidez, porem estupidez seria se eu não soubesse do que me defender com o tempo, depois o que resta são os conhecimentos de causa e de mundo. E é disso eu também sinto saudades, saudades da época em que eu acreditava que sentimentos existiam e que essa paz que acontecia sem explicação, na verdade era o amor manso de alguém chegando por meio as brisas do vento.
Tambem sinto falta dos sóis daquela época e sinto falta, porque sempre houve paquera e conquista nos encontros casuais de tardes de calor infernal, e a vontade louca de tirar a roupa vinha por parte do sol e das cantadas baratas usadas como que por uma obsessão, faltava criatividade, e mesmo assim o nascimento do amor vieram por meio delas.
Sinto saudades, imensas saudades dos desaforos e choros levados pra casa e gritados e berrados nas noites silenciosa em que o que restava era o resto de dignidade por mim consentida. Nunca saberão e falarão de quanta dor eu chorei nos meus travesseiros já velhos de tanto amor.
A falta da saudade só vem por meio a uma coisa, a engano, a rancor e claro, ao amor que virou ódio, disso eu não sinto falta, já que isso me faz senti pena dos anos que perdi com um sentimento medonho para que no final só restasse isso. A saudades sem lembranças doces e com a falta de vontade de que acontecesse de novo.
Agora descubro da onde vem a paz dessa tarde... vem desse sentimento inesperado, inconfudivel, de inicio que eu venho sentido e de que nada tem a ver com essas saudades, porque a lembrança que eu tenho é a doce lembrança da noite do dia anterior, que bate no rosto como brisa indelicada de amor.
Saudades mesmo em tenho de achar que eu tinha um amor dentro de mim, que os meus
Lembro-me de cada palavra dita, parece estupidez, porem estupidez seria se eu não soubesse do que me defender com o tempo, depois o que resta são os conhecimentos de causa e de mundo. E é disso eu também sinto saudades, saudades da época em que eu acreditava que sentimentos existiam e que essa paz que acontecia sem explicação, na verdade era o amor manso de alguém chegando por meio as brisas do vento.
Tambem sinto falta dos sóis daquela época e sinto falta, porque sempre houve paquera e conquista nos encontros casuais de tardes de calor infernal, e a vontade louca de tirar a roupa vinha por parte do sol e das cantadas baratas usadas como que por uma obsessão, faltava criatividade, e mesmo assim o nascimento do amor vieram por meio delas.
Sinto saudades, imensas saudades dos desaforos e choros levados pra casa e gritados e berrados nas noites silenciosa em que o que restava era o resto de dignidade por mim consentida. Nunca saberão e falarão de quanta dor eu chorei nos meus travesseiros já velhos de tanto amor.
A falta da saudade só vem por meio a uma coisa, a engano, a rancor e claro, ao amor que virou ódio, disso eu não sinto falta, já que isso me faz senti pena dos anos que perdi com um sentimento medonho para que no final só restasse isso. A saudades sem lembranças doces e com a falta de vontade de que acontecesse de novo.
Agora descubro da onde vem a paz dessa tarde... vem desse sentimento inesperado, inconfudivel, de inicio que eu venho sentido e de que nada tem a ver com essas saudades, porque a lembrança que eu tenho é a doce lembrança da noite do dia anterior, que bate no rosto como brisa indelicada de amor.
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