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Ocorreu-me hoje que nesse ano tudo começou as avessas, os fogos foram visto de cima pra baixo, as ondas não foram puladas e sim pegadas, as uvas não tinha caroços, e a champanhe estava quente, eu rezei por um amor que eu não sei se existe (não sei se eu sinto), não ouvi musica na hora da virada e nem a contagem.
Passei o ano com pessoas que não conhecia, com outras que eu conheci recentemente e sem nenhuma amigo de longa data ou parentes, a mensagem de amor mandada, dessa vez, não foi por mim e sim para mim, não havia areia, não havia pessoas bêbadas, não havia nada de comum.
Nesse ano, o ano nasceu ao contrário, a roda viva da vida quebrou um ciclo infindável de coisas repetitivas e se transformou em novo, apesar de está sentindo um velho sentimento muito conhecido por mim. O momento que me fez renovada e transformada reconfigurou algo, que me fez senti a paz, aquela mesma procurada pelas pessoas que estão em guerra, e eu estava em guerra à anos comigo mesma, nesse ano o novo e velho sentimento me fizeram firme, porque não havia velhos, apenas os essÊnciais.
Os meus pedidos pra 2010 não se resume a nada mais que ousar, porque esse ano exige isso, exige ousar nos sentimentos, na faculdade, na vida e podem esperar... esse ano as apostas serão altas se eu achar que vai valer a pena lutar.
Que 2010 seja bem-vindo, muito bem-vindo, porque eu fui muito bem recebida por ele.

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