-Posso sentar?
-O que você faz aqui?
-Quero conversar contigo.
-Sobre o quê?
-Sobre a gente.
-Não há a gente, você matou o nosso a gente ontem, lembra?
-É sobre isso que eu quero conversa.
-Eu não quero falar sobre isso.
-Vamos falar sobre outra coisa, então...
-Eu não quero mais falar contigo.
Silêncio
-Eu pensei que você pudesse me perdoar.
Silêncio.
-Eu não posso, não posso esquecer, deixar para trás, virar a página, não seria eu se eu lhe olhasse agora e falasse: eu não me importo de ter lhe visto com outra. Porque eu me importo, porque ainda dói, porque ainda é uma ferida aberta que está jorrando sangue. Então não me venha pedi perdão, ou imaginar que eu te perdoaria, talvez um dia perdoe, mas não hoje, não nesse banco, nem nessa praça, aonde as flores foram testemunha do nosso primeiro beijo. Não quero matar a lembrança que eu tenho desse lugar e substituir pela lembrança do teu pedido de desculpas.
-O que eu faço agora, então?
-Vá embora, apenas vá embora e olhe para trás, para me ver aqui, sozinha, chorando e com uma ferida aberta, para que você me veja sentada sem você, nessa praça que era só nossa.
Silêncio.
*Trabalho de redação publicitária II.
-O que você faz aqui?
-Quero conversar contigo.
-Sobre o quê?
-Sobre a gente.
-Não há a gente, você matou o nosso a gente ontem, lembra?
-É sobre isso que eu quero conversa.
-Eu não quero falar sobre isso.
-Vamos falar sobre outra coisa, então...
-Eu não quero mais falar contigo.
Silêncio
-Eu pensei que você pudesse me perdoar.
Silêncio.
-Eu não posso, não posso esquecer, deixar para trás, virar a página, não seria eu se eu lhe olhasse agora e falasse: eu não me importo de ter lhe visto com outra. Porque eu me importo, porque ainda dói, porque ainda é uma ferida aberta que está jorrando sangue. Então não me venha pedi perdão, ou imaginar que eu te perdoaria, talvez um dia perdoe, mas não hoje, não nesse banco, nem nessa praça, aonde as flores foram testemunha do nosso primeiro beijo. Não quero matar a lembrança que eu tenho desse lugar e substituir pela lembrança do teu pedido de desculpas.
-O que eu faço agora, então?
-Vá embora, apenas vá embora e olhe para trás, para me ver aqui, sozinha, chorando e com uma ferida aberta, para que você me veja sentada sem você, nessa praça que era só nossa.
Silêncio.
*Trabalho de redação publicitária II.
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