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Sobre sair só.
Sempre gostei da minha individualidade, de me ter como companhia e de me sentir bem com isso, daí que desde o dia em que o Vinícius nasceu, até hoje, eu tinha tido dificuldade de fazer isso. Sair só. Um grande tabu para muitos, pra mim, um alento para alma.
E Como é bom, sentar e pensar em trivialidades, ouvir a conversa alheia e escrever, sobretudo escrever. Escrever sobre as banalidades da vida, da conversa da mesa de bar. Talvez a saudades maior tenha sido essa, da liberdade de escritora, e de me ser o que quiser, inclusive solidão. E como eu gosto dessa solidão, solidão eleita, que me faz ser um pouco mais eu, essencialmente eu, somente eu. Talvez, hoje, seja um recomeço da mulher, da fêmea que outrora eu fui. A resistência do amor que reside em mim, e quem nem de todo é apenas materno, mas que é humano, visceral e mata. Da mulher bela, sem pudor e que vive nua!

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Já faz um tempo que escrevi a ultima vez, não tanto tempo quanto a ultima vez que escrevi e que fez mais tempo que essa. Não importa. Essa semana foi particularmente difícil para mim, muitas magoas e nenhuma solução. S.O.B.R.E.V.I.V.I. O que eu conto não é novo, mas pra mim é de alguma forma é especial. Cresci. S.U.P.O.R.T.E.I. Resisti. E o sentimento que me resta é essa maravilhosa sensação de que a vida ainda pode ser boa, que o amor ainda existe, que a felicidade pode ser vivida. F.U.I F.E.L.I.Z. Amadureci. A dor não nos faz retroceder, a não ser que a dificuldade de seguir além seja maior. A dor nos faz agradecer, pelo menos me faz, por isso Sigo. PERMANEÇO. Esse ultimo sem pontos, continuo, porque a vida não pode parar, a vida não para. E te engole. Ela é V.O.R.A.Z. O que difere é a E.S.P.E.R.A.N.Ç.A. Que eu carrego sempre comigo e me faz A.M.A.R. E como eu amei. AMO.

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