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Lá estava ele sentado aonde eles tinham combinado, de cabeça baixa como se pensando que aquele encontro podesse ser perigoso ou apenas pensando no seu cansaço, tanto fisico como emocional, ela chagou, sentou do lado dele, no inicio ela nao queria ir, na verdade o objetivo dela naquele encontro era outro, no fundo ela estava usado-o. Ele nunca soubera disso.
Ele a olhou, sorriu e levantou a cabeça, começou a falar, no fundo ela estava achando aquilo um saco, ele falava de raul seixas, nao que raul fosse chato, mas para o almoço era, na verdade ela que nao queria gostar daquilo, ela nao podia. Ele tentou por fim mudar de assunto, ou apenas brincar com a comida, acho que de alguma forma ele queria testa-la, ela riu, riu nao da brincadeira, da comida, mas por que enfim ela tinha encontrado alguem parecido com ela. Ele pedia carinho, ela apenas ria. O telefone tocou inumeras vezes, ele atendeu a metade das vezes sorrindo, ela viu o quanto ele gostava do seu trabalho e o quanto trabalhava bem. Ela estava calada, nao queria dizer nada, falar o q? Era perigoso falar dela, pq ao começar ela falaria do perigo que aquele almoço significava, pra ele.
Foram dá um passeio, quer dizer, caminhar ate chegar ao trabalho dele e ele estava de parabens, era um belo trabalho, era um belo lugar, só nao mais belo que as coisas que ela escutou quanto esteve la dentro, entao ela descobriu que quem corria perigo era ela. Ela queria ir embora, nao foi.
Quando se percebeu era terde de mais, já tinham se beijado, então ela sentiu formiguinhas no estomago, ele nao.
Boa noite. foi tudo que ela recebeu depois saiu de lá.
Dois boa noite. Foi tudo o que ele recebeu ate a semana acabar.
Por que ela decidiu que segunda estaria lá. Um outro almoço, no mesmo lugar, nesse ela notou, que ele não era apenas alegria que na verdade ele se escondia atras dela, ele queria que todos o adimirasse, ou simplesmente queria viver a sua vida de uma forma normal. Não podia, ele nunca tinha sido normal, ele sempre fora diferente, desda sua infancia desdos seus problemas. Ela percebeu por fim um olhar distante.
Acabaram o segundo almoço e o que era de praxe, pelo menos foi o que pareceu, eles ficaram, na verdade ela tinha se assustado com o primeiro beijo, por que ela tinha percebido que nao era isso que ele queria, como de fato nao era.
Mas ela resolveu aproveitar, perigo algum aquilo significava, seria só mais um beijo, apenas mais um amor momentanio, como ela sempre tivera.
Ela se enganou.
Por que ela sentiu a dor dele, ela nunca havia contado isso, mas ela carregou a dor dele desdo dia que ele dicidiu falar sobre ela, ela viu que era pesada, contudo mesmo assim ela quis levar, por um bom tempo levou, e se culpou por nao poder fazer nada que pudesse ajudar.
Realmente nao fez.
Ela se apaixonou.
Ele nunca soube o por que dessa paixao, mas eh que ela tinha a capacidade de ver as pessoas com um olhar critico, aceitando os defeitos, porem acentuado as qualidades, e que qualidades, ela nunca tinha visto ninguem tao puro, tao forte, tao humano, nas pequenas açoes ela viu que ele era diferente, ele era bom, sempre preocupado com os outros, Um amigo de todas as horas. ela se apaixonou nao pelo que ele mostrou, contudo pelo que ela pode ver analisando, nas horas que ela ficava mais calada do que falando.
Até quando ele foi amargo com ela, ela percebeu que aquilo era pra proteje-la, mas ela nao precisava de proteçao.
Fim.

Foi entao que o romance acabou, assim, sem mais nem menos...Como esse conto. quer dizer, tinha um menos ali, um mais acular, a verdade era que ela nao queria aceitar que eles nao tivessem verdades juntos... que ele nao tivesse escolhido ela. E quando aceitou tinha sido indiferente, por que ele nunca a tinha querido como ela a ele.

fim...

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