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Mostrando postagens de março, 2008
contradição. eu me apaixonei logo pela pessoa que eu disse que nunca ia me apaixonar. ironia. eu sempre fui apaixonada por ele. negaçao. e eu sempre disse não. poema. é ainda não querer sentir.
Parabéns moço, por ter passado, não! eu não vou ligar, nem deixar scraps. Realmente nao vou. Como eu sei que ainda de vez em quando tu entras aqui, quero te falar que estou realmente feliz por essa conquista, afinal eu estava do teu lado quando tudo o que tu fazias era se lamuriar falando que nao tinha dado certo, mas eu nunca duvidei de ti. Ah! Deves estar se perguntando porque eu acho que tu ainda vem aqui, sei apenas pelo simples motivo de termos muito um do outro, tanto que estais lendo essas linhas. ;x sucesso nessa tua nova fase. saudades, e qualquer coisa liga. beijos, Dr.
" Já quis desistir Chorei dias e noites Hoje acordei e me lambuzei de amor em um pote de mim mesmo e decidi. " Gabriel Chalita Apesar do sono, não podia deixar para amanha, tinha que escrever, visto isso, esse breve comentario daquilo que vou falar, nao mais acho necessario escrever, apenas nao mais que o necessario. perdoem-me se por ora escrevo em terceira pessoa e se por ora escrevo em primeira. Na verdade sao todas feita de uma so coisa, o meu "mim". aquilo que é. colocado em pratos limpo, vou me ater a escrever somente o estrito e restritro. Esses verso que coloquei à cima me foram enviados quando eu precisa de palavras pra dizer o que ele por si só fala, por culpa do acaso que é tão prescritivamente presente no destino e tão inevitavelmente passado no acaso. poderia devagar horas sobre essas palavras mais tenho que falar apenas no limite daquilo que me propus em dizer. E a coisa mais importante que eu fiz se encontra nas vagas linhas de um poema desconhecido, ...
A primeira coisa que ela pensou em fazer ao chegar em casa foi escrever, queria de alguma forma nada óbvia escrever o que sentia, por metaforas ou frases de outros autores que nao ela. para poder, dizer assim, que esse sentimento nao lhe era proprio. Tentou fazer uma cronica da poesia do poetinha, mas não conseguiu. não era sobre o poema de outros que ela queria escrever, era soubre o dela. Ninguém podia duvidar que ela estava bem, e como estava, pela primeira vez ela nao sentia nada pela primeira vez, e estava bastante estimulada com isso De ser de novo o que ela era antes dela mesma saber que era aquilo que ela tinha se tornado. Filosofia de bodega essa que ala acabou de fazer, porém apesar de esdruxula era irrevessivelmente verdade. uma verdade esdruxula como todas as outras verdades que nao sao absolutas por serem mentiras. mas de uma coisa ela sabia, que apesar de mentira ela se sentia bem, tao bem quanto um passaro que se percebe passaro e começa a voar. ela era um passaro e nao ...
Um rosto de boneca de porcela, um sorriso como se fossem mil estrelas a brilhar, e cada estrela em uma intensidade quase ofuscante, nariz arrebitado como se tive esnobando qualquer outra coisa que nao fosse a sua própria beleza, olhos pequenos e puxados, porem concisos, nele se via muito mais que a imagem dela, se via a alma e neles continham mais verdades do que aquele momento feito de mentiras, de longe podia-se ver aquele rosto bonito um pouco roborizado pelos elogios descabidos e ela "sentia um acressimo de estima por si mesmo". Era fato que ela nunca tinha conseguido aceitar o fato de ser de fato bonita, e de fato era. E como era, a sua risada continha o barulho do amanhecer e as suas lagrimas continham as cores da lua cheia. Ela sem medo escreveu cada elogio que ja tinha ouvido e cada qual descrevia a pureza de menina que se via mesmo quando nao queriam perceber-la, mesmo quando ela queria maquiá-la e redesenha-la com pintura de mulher.
O telefone, a espera, se tocava ela atendia calmamente, mas com a alma desesperada, ela tocava sempre a mesma musica, Insensatez, e o desespero vinha da espera, esperava tao minuciosamente que ela podia contar os minutos, melhor, os segundos a minuncia tava na historia, aquela hitoria que tinha tido um fim tragico, um fim sem se querer esse fim e os munutos iam passando, como eles os dias e com os dias as semanas, sem nem perceber passou-se um mes, a tragedia era o tempo que passava sem uma pausa para respirar dessa angustia, e tudo tinha piorado na semana que antecedeu esse relato, ela tinha ficado o dia todo ao lado do telefone e apenas uma só pessoa havia ligado e nao fora ele, ela espera novamente, entao o telefone. Angustia por que o telefone nunca anunciava a voz que ela tanto queria, decidiu finalmente forçar o telefone a reproduzir essa voz, ela ligou e desligou, ele retornou, ela atendera calmamente, mas com a alma desesperada.