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O telefone, a espera, se tocava ela atendia calmamente, mas com a alma desesperada, ela tocava sempre a mesma musica, Insensatez, e o desespero vinha da espera, esperava tao minuciosamente que ela podia contar os minutos, melhor, os segundos a minuncia tava na historia, aquela hitoria que tinha tido um fim tragico, um fim sem se querer esse fim e os munutos iam passando, como eles os dias e com os dias as semanas, sem nem perceber passou-se um mes, a tragedia era o tempo que passava sem uma pausa para respirar dessa angustia, e tudo tinha piorado na semana que antecedeu esse relato, ela tinha ficado o dia todo ao lado do telefone e apenas uma só pessoa havia ligado e nao fora ele, ela espera novamente, entao o telefone.
Angustia por que o telefone nunca anunciava a voz que ela tanto queria, decidiu finalmente forçar o telefone a reproduzir essa voz, ela ligou e desligou, ele retornou, ela atendera calmamente, mas com a alma desesperada.

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