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Parabéns moço, por ter passado, não! eu não vou ligar, nem deixar scraps. Realmente nao vou. Como eu sei que ainda de vez em quando tu entras aqui, quero te falar que estou realmente feliz por essa conquista, afinal eu estava do teu lado quando tudo o que tu fazias era se lamuriar falando que nao tinha dado certo, mas eu nunca duvidei de ti.
Ah! Deves estar se perguntando porque eu acho que tu ainda vem aqui, sei apenas pelo simples motivo de termos muito um do outro, tanto que estais lendo essas linhas.
;x
sucesso nessa tua nova fase.
saudades, e qualquer coisa liga.
beijos, Dr.

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Amanheço.

Um turbilhão de sentimentos grita dentro de mim, inaudiveis. A vida vibra na frequência de quem quer achar beleza no mundo, feroz. Os encontros acontecem e mesmo apática, por ser vítima de uma cruel desesperança, um moço me desperta. E desperta reencontro dentro de mim a poesia. Que bom seria construir uma casa num chão de terra batida, onde ao fundo um sol laranja se despede de mais um dia. A simplicidade se confunde com beleza, ou será tudo a mesma coisa? A semântica das palavras as vezes não compreendem a si mesma. E com a alma transbordando questiono, a poesia se confundiu com um moço, ou era tudo a mesma coisa? Amanheço.

A.M.A.R

Já faz um tempo que escrevi a ultima vez, não tanto tempo quanto a ultima vez que escrevi e que fez mais tempo que essa. Não importa. Essa semana foi particularmente difícil para mim, muitas magoas e nenhuma solução. S.O.B.R.E.V.I.V.I. O que eu conto não é novo, mas pra mim é de alguma forma é especial. Cresci. S.U.P.O.R.T.E.I. Resisti. E o sentimento que me resta é essa maravilhosa sensação de que a vida ainda pode ser boa, que o amor ainda existe, que a felicidade pode ser vivida. F.U.I F.E.L.I.Z. Amadureci. A dor não nos faz retroceder, a não ser que a dificuldade de seguir além seja maior. A dor nos faz agradecer, pelo menos me faz, por isso Sigo. PERMANEÇO. Esse ultimo sem pontos, continuo, porque a vida não pode parar, a vida não para. E te engole. Ela é V.O.R.A.Z. O que difere é a E.S.P.E.R.A.N.Ç.A. Que eu carrego sempre comigo e me faz A.M.A.R. E como eu amei. AMO.
Era de manhã e o relógio de pulso ao seu lado marcava as horas, ia tictaqueando devagar, como se o tempo passasse menos por ele ser menor, tolice, no mundo do tempo tamanho não era documento, nem o tamanho do próprio tempo importava, ele estava ali e nada mudaria, ele apenas se repetiria em um outro tempo. Maria havia levantado cedo para estudar, claro que em todo percurso como era de costume, pensara nele e em todas as alternativas de contar-lhe, todas muito boas, na teoria, mas na verdade a pratica era outra, Maria tinha um compromisso quase cívico em não se apaixonar por ele de novo, e ela honrava esse compromisso, pelo menos da boca pra fora e fazia isso com muito sucesso. Antes de ir pra faculdade, Maria seguia pela penumbra dos rastros dele, mensagens que a fizesse ter mais coragem ou pior, desistir, quase sempre nessas pesquisas matinais ela descobria algo que matava um pouco da coragem dela, e ela todo dia desistia e sentia coragem, era assim desdo inicio. Quando chegou na aula...