A agua do copo da minha rosa vermelha está rosa. Essa falta de incoerência deixa coerente o fato de minha rosa ser mais vermelha pelo fato da agua está rosa, nao percebem?
Explico-me, de tao pura e calida a minha rosa vermelha permanece-se vermelha pela exata hora em que o a aurora acontece, fazendo assim com que a sombra que nem pertence a ela a deixe mais vemelha que a rosa vermelha que não é a minha, essa exatidão da cor deixa a agua rosada mesmo que o reflexo reflito na cor ruborizada nao seja essa.
Não importando então aos leigos que passam, pois nao da rosa que se é falado aqui, e sim, daquilo que parace e nao é, da forma de como amamos o reflexo rosa ou a cor rubra da ourora e nao a rosa em si, entretando fazendo parte tambem da rosa todo o contexto que a contém não podemos deixar de adimirá-la, a minha rosa é diferente pelo reflexo rosado que nao é o dela, mas quem tambem nao se torna mais especial pelo que essenciamente nao lhe é inerente? Não culparei a rosa pela cor vermelha e nao a culparei pelo reflexo rosado, amarei-a ainda mais por ela ser ela, assim como um olhar que pertece a outro, mas tornamos nosso.
Explico-me, de tao pura e calida a minha rosa vermelha permanece-se vermelha pela exata hora em que o a aurora acontece, fazendo assim com que a sombra que nem pertence a ela a deixe mais vemelha que a rosa vermelha que não é a minha, essa exatidão da cor deixa a agua rosada mesmo que o reflexo reflito na cor ruborizada nao seja essa.
Não importando então aos leigos que passam, pois nao da rosa que se é falado aqui, e sim, daquilo que parace e nao é, da forma de como amamos o reflexo rosa ou a cor rubra da ourora e nao a rosa em si, entretando fazendo parte tambem da rosa todo o contexto que a contém não podemos deixar de adimirá-la, a minha rosa é diferente pelo reflexo rosado que nao é o dela, mas quem tambem nao se torna mais especial pelo que essenciamente nao lhe é inerente? Não culparei a rosa pela cor vermelha e nao a culparei pelo reflexo rosado, amarei-a ainda mais por ela ser ela, assim como um olhar que pertece a outro, mas tornamos nosso.
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