Palavras traiçoeiras que a faltavam quando ela mais precisava, mundo egoista que nunca dava a ela a chance de sorrir, e quando dava era para depois chorar, teve por um breve momento... um momento em que ela se amou, se odiou e depois se encantou com a beleza de ser ela, depois foi só, o encanto passou.
ai veio ele, sempre havia eles, mas ele era diferente, ela por vontade propria nao queria querê-lo bem, o oposto, ela queria não gostar como a metade das pessoas que ela conhecia não gostava.
Mas o amor também prega peças e ela o amou, mesmo depois de tudo, de toda a raiva que um dia já havia sentido dele e de toda a falta de confiança, era como se o tempo, esse que pode simplesmente tornar pessoas conhecidas em irmãos os tive tornado amantes, apesar de nunca ter tido um beijo, a não ser aqueles dados por brincadeiras, e o tempo que passavam juntos já nem era o bastante, agora ela o esperava quando não podia e pensava em ligar quando nao queria.
Mas ninguém podia saber, do encanto é claro, ela nao confessaria tao obviamente pra qualquer um e parecia que por vezes a historia deles já havia sido escrita há muito tempo, mesmo quando eles se odiavam, e era isso o mais mágico.
contudo ela tinha medo, já havia sentido isso antes e sabia como terminava essas historias de amor sem amor, essas paixões sem querer bem, esse sentimento sem nome e por saber, ela, de toda maneira negava, ria, dizia que nao queria, falava que nunca faria, depois ela só sonhava com o beijo e com o toque, ela não queria admitir o que sentia, era mais facil se lamentar por nao ter por quem sofrer, do que sofrer porque sentia, e ela nao confessava... provavelmente eles nunca se amariam, nunca se beijariam além dos limites que a amizade permite, porque ela nao queria ama-lo por mais que ja fosse tarde de mais, por mais que ela já o amasse como se o conhecesse a vida toda. E eles se conheciam e se amavam vida toda e um dia se beijariam.
Ela sabia e era isso que mais a pertubava esse beijo que nunca vinha.
ai veio ele, sempre havia eles, mas ele era diferente, ela por vontade propria nao queria querê-lo bem, o oposto, ela queria não gostar como a metade das pessoas que ela conhecia não gostava.
Mas o amor também prega peças e ela o amou, mesmo depois de tudo, de toda a raiva que um dia já havia sentido dele e de toda a falta de confiança, era como se o tempo, esse que pode simplesmente tornar pessoas conhecidas em irmãos os tive tornado amantes, apesar de nunca ter tido um beijo, a não ser aqueles dados por brincadeiras, e o tempo que passavam juntos já nem era o bastante, agora ela o esperava quando não podia e pensava em ligar quando nao queria.
Mas ninguém podia saber, do encanto é claro, ela nao confessaria tao obviamente pra qualquer um e parecia que por vezes a historia deles já havia sido escrita há muito tempo, mesmo quando eles se odiavam, e era isso o mais mágico.
contudo ela tinha medo, já havia sentido isso antes e sabia como terminava essas historias de amor sem amor, essas paixões sem querer bem, esse sentimento sem nome e por saber, ela, de toda maneira negava, ria, dizia que nao queria, falava que nunca faria, depois ela só sonhava com o beijo e com o toque, ela não queria admitir o que sentia, era mais facil se lamentar por nao ter por quem sofrer, do que sofrer porque sentia, e ela nao confessava... provavelmente eles nunca se amariam, nunca se beijariam além dos limites que a amizade permite, porque ela nao queria ama-lo por mais que ja fosse tarde de mais, por mais que ela já o amasse como se o conhecesse a vida toda. E eles se conheciam e se amavam vida toda e um dia se beijariam.
Ela sabia e era isso que mais a pertubava esse beijo que nunca vinha.
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