"querida de agora,
Resolvi escrever essa carta com minhas palavras já um pouco gastas de tantas coisas que eu já te disse, de tantas juras e devaneios.
Meu amor, toda vida que chego perto de ti o meu peito abre em mil outros peitos e cada qual pula uma musica de Carnaval diferente, e o meu ar me falta, mas me sufoca o cheiro do teu perfume, prefiro olhar-tes nos olhos e sentir o sol que mesmo as vezes faltoso, ilumina-te com um raio de luz ofuscante..."
Perdoas se a carta que escrevo não seja pra ti, minha menina, mas o amor não se escolhe, não se planta e não se colhe. é como erva daninha que se apodera da alma e mata o sossego de quem sabe o que é controlar os sentimentos. minha menina, ouço sua musica e me tira o fôlego, mas o sossego quem me rouba é ela.
O meu amor, minha menina, não me quer e não digo que tu também me querias, apenas me atura com esse meu olhar saudoso e faltoso dos olhares dela, e tudo o que eu tenho é a ti minha menina. Tão doce, que me faz pensar que quando estamos juntos o mundo onde vivo só tem a ti, tão maravilhoso ser cavalheiro de ma dama que me quer. um pouco receosa ainda, mas que sorri toda vez que tento rouba um beijo. Ah, minha menina não me culpe por amar a outra, por desejar que ela ao menos me olhe, não me digas que agora me quer menos.
As vezes quando no escuro fecho os olhos imagino, minha menina, que ela pudesse finamente me amar, mas que tolice! Eu tenho a ti que sempre está ao meu lado, que sempre me sorri como quem diz que me quer, adoro quando tu minha menina, me beija a boca e me faz pensar que sou amado.
Quero te namorar, quero te ter sempre que possível, mas Tu minha menina não me quer assim. tu também não me amas, mas eu ainda assim quero te ter só pra mim.
"(..) por que não falas mais comigo? o que te fiz pra não gostar da minha voz? saibas que eu trocaria de voz se soubesse que é isso que te importunas, Ah! Meu amor, me maltratas tanto, me sufoca tanto com esse desdém, diz pra mim o que eu te fiz... se tudo o que eu quis foi te amar, me diz se o que quis foi de mais ou se ou tentei de menos, mas não demores que eu tenho a minha menina que um dia também há de me amar, e meu amor quando finalmente eu te esquecer serei só dela, e ela será só minha, e a minha menina será o meu amor, mas antes disso me diz onde eu errei e o que eu fiz?"
Com ardor
de um cavalheiro confuso e nobre.
pra um colega que resolveu se encantar com o meus cachinhos, e que eu me encantei com o jeito manso de me acordar sorrindo.
Resolvi escrever essa carta com minhas palavras já um pouco gastas de tantas coisas que eu já te disse, de tantas juras e devaneios.
Meu amor, toda vida que chego perto de ti o meu peito abre em mil outros peitos e cada qual pula uma musica de Carnaval diferente, e o meu ar me falta, mas me sufoca o cheiro do teu perfume, prefiro olhar-tes nos olhos e sentir o sol que mesmo as vezes faltoso, ilumina-te com um raio de luz ofuscante..."
Perdoas se a carta que escrevo não seja pra ti, minha menina, mas o amor não se escolhe, não se planta e não se colhe. é como erva daninha que se apodera da alma e mata o sossego de quem sabe o que é controlar os sentimentos. minha menina, ouço sua musica e me tira o fôlego, mas o sossego quem me rouba é ela.
O meu amor, minha menina, não me quer e não digo que tu também me querias, apenas me atura com esse meu olhar saudoso e faltoso dos olhares dela, e tudo o que eu tenho é a ti minha menina. Tão doce, que me faz pensar que quando estamos juntos o mundo onde vivo só tem a ti, tão maravilhoso ser cavalheiro de ma dama que me quer. um pouco receosa ainda, mas que sorri toda vez que tento rouba um beijo. Ah, minha menina não me culpe por amar a outra, por desejar que ela ao menos me olhe, não me digas que agora me quer menos.
As vezes quando no escuro fecho os olhos imagino, minha menina, que ela pudesse finamente me amar, mas que tolice! Eu tenho a ti que sempre está ao meu lado, que sempre me sorri como quem diz que me quer, adoro quando tu minha menina, me beija a boca e me faz pensar que sou amado.
Quero te namorar, quero te ter sempre que possível, mas Tu minha menina não me quer assim. tu também não me amas, mas eu ainda assim quero te ter só pra mim.
"(..) por que não falas mais comigo? o que te fiz pra não gostar da minha voz? saibas que eu trocaria de voz se soubesse que é isso que te importunas, Ah! Meu amor, me maltratas tanto, me sufoca tanto com esse desdém, diz pra mim o que eu te fiz... se tudo o que eu quis foi te amar, me diz se o que quis foi de mais ou se ou tentei de menos, mas não demores que eu tenho a minha menina que um dia também há de me amar, e meu amor quando finalmente eu te esquecer serei só dela, e ela será só minha, e a minha menina será o meu amor, mas antes disso me diz onde eu errei e o que eu fiz?"
Com ardor
de um cavalheiro confuso e nobre.
pra um colega que resolveu se encantar com o meus cachinhos, e que eu me encantei com o jeito manso de me acordar sorrindo.
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