Querido,
Escrevo-te com uma revolta intensa de quem não te sente mais dentro da alma, mudastes e nem ao menos disseste-me para onde ias, agora fico aqui a te escrever cartas errantes que muito provavelmente nunca receberás, e querendo de volta o que era meu.
E nem digo das minhas horas dadas à ti, para que falastes da tua vida, dos teu problemas e das tuas alegrias e muito menos cobro aqui das vezes que me fizestes achar que a minha vida pra ti, não importava. Venho lembrar-te nessa carta sobre os anos que me prometestes ser recompensada, eu sei que por minha infinita ignorância e o meu sentimentalismo latente, não pude perceber os momentos que me proporcionastes, mas devias saber que, eu, como humana, não tinha a obrigação de sabê-los.
Não quero que voltes para o que deixastes, prefiro que só me devolva o que eu era antes de ti, quero que tu me devolvas a minha mania de sonhar com a tua chegada em minha vida.
Sabe, as vezes eu sonho contigo, e tu nesses sonhos me aqueces a alma, talvez seja as recordações de quando eu era a tua morada e o meu templo era os dias em que o meu coração quase explodia de felicidade, lembro que em dias assim a minha alegria era tanta que eu agia sem pensar, acho até que foi por isso que tu desististes de me querer como tua e fugistes pra esse lugar inominado.
Agora, aqui, sem o que eu era antes e sem saber o que sou agora entendo que me sinto bem melhor, já que vejo tudo com o frieza da razão e foi exactamente ela quem me ajudou e esquecer-te quando sumistes do meu coração. Só espero, Amor, que nunca voltes pra me pedir desculpas, porque eu não tenho mais a capacidade de perdoar, tu fostes embora e me levastes tudo o que eu sabia... sem amor eu não sou nada que me lembre o porque de ser plausível e boa. E quando cansado de conhecer o mundo tu voltes, lembre-se de entrar devagar, sem falar e sem culpar, só entra e diz que agora sim, podemos recomeçar.
Enquanto isso te escrevo com a contradição de não te ter mais dentro de mim, mas ainda sim, de me sentir como tua dentro de ti. só que longe. tão longe que isso agora é só um desejo da alma que não deseja mais nada, volte se quiser voltar ou apenas me ensine a não mais sentir nem ao menos a saudades, já que o amor, que eras tu... foi embora.
Escrevo-te com uma revolta intensa de quem não te sente mais dentro da alma, mudastes e nem ao menos disseste-me para onde ias, agora fico aqui a te escrever cartas errantes que muito provavelmente nunca receberás, e querendo de volta o que era meu.
E nem digo das minhas horas dadas à ti, para que falastes da tua vida, dos teu problemas e das tuas alegrias e muito menos cobro aqui das vezes que me fizestes achar que a minha vida pra ti, não importava. Venho lembrar-te nessa carta sobre os anos que me prometestes ser recompensada, eu sei que por minha infinita ignorância e o meu sentimentalismo latente, não pude perceber os momentos que me proporcionastes, mas devias saber que, eu, como humana, não tinha a obrigação de sabê-los.
Não quero que voltes para o que deixastes, prefiro que só me devolva o que eu era antes de ti, quero que tu me devolvas a minha mania de sonhar com a tua chegada em minha vida.
Sabe, as vezes eu sonho contigo, e tu nesses sonhos me aqueces a alma, talvez seja as recordações de quando eu era a tua morada e o meu templo era os dias em que o meu coração quase explodia de felicidade, lembro que em dias assim a minha alegria era tanta que eu agia sem pensar, acho até que foi por isso que tu desististes de me querer como tua e fugistes pra esse lugar inominado.
Agora, aqui, sem o que eu era antes e sem saber o que sou agora entendo que me sinto bem melhor, já que vejo tudo com o frieza da razão e foi exactamente ela quem me ajudou e esquecer-te quando sumistes do meu coração. Só espero, Amor, que nunca voltes pra me pedir desculpas, porque eu não tenho mais a capacidade de perdoar, tu fostes embora e me levastes tudo o que eu sabia... sem amor eu não sou nada que me lembre o porque de ser plausível e boa. E quando cansado de conhecer o mundo tu voltes, lembre-se de entrar devagar, sem falar e sem culpar, só entra e diz que agora sim, podemos recomeçar.
Enquanto isso te escrevo com a contradição de não te ter mais dentro de mim, mas ainda sim, de me sentir como tua dentro de ti. só que longe. tão longe que isso agora é só um desejo da alma que não deseja mais nada, volte se quiser voltar ou apenas me ensine a não mais sentir nem ao menos a saudades, já que o amor, que eras tu... foi embora.
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