Pular para o conteúdo principal
Vou contar uma estoria, sem fatos e sem contextos, tudo o que eu sei é que foi a muito tempo atrás.
No inicio, não se sabe de que, Existia e era lindo. não se sabe até hj o que de fato existia, só se sabe que era perfeito. Mas como toda obra perfeita só era perfeita porque era inacabada. no aglomerado de energias e magias, existia algo maior, algo que não tinha sido criado, ainda.
depois, no amanhã, que era escuro e claro, veio o que tento contar. descrever o que vi não significa contar a verdade, apenas não existia antes e agora que conto existe.
Era dia e a lua já havia nascido, cheia e linda. não era de se espantar que fosse justamente essa lua. como a pressa de viver se deu pela demora da chegada, quase nada, ela simplesmente veio, com a pressa de querer o mundo.
Acrescida de sentimentos que ela foi aprendendo com o tempo presente, foi se tornando o que é hj, não hj, de agora, pois o agora era futuro, mas o hj do passado.
Conheceu o que ela pensou que no decorrer dessa estoria seria o mal e o bem da existência dela, no presente de agora ele era o bem, e o reflexo desse bem é que ela até hj não vê o mal.
Conto essa estoria de alma aberta, pois a alma é a única constante nos fatos que justificam o que eu escrevo. Se não escrevo, não justifico e falta o que eu ainda não sei na estoria, O FINAL.
Ela partilha o que agora é de ambos, divide o que ela não tem e tentar sugar o que ele aos pouco demonstra, na verdade tudo o que ela quer é o prometido, aquilo que o Existir ofereceu e ela aceitou, só esqueceu que ao menos tempo que ele era cura ele era igualmente doença. como um câncer que nunca vai embora, mas que as vezes some e quando retorna vem mais forte, até quando um dia, ele a cura, resolva finalmente mostrar o antídoto, ou ele como doença resolva finalmente mata-la, mas de amor.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A.M.A.R

Já faz um tempo que escrevi a ultima vez, não tanto tempo quanto a ultima vez que escrevi e que fez mais tempo que essa. Não importa. Essa semana foi particularmente difícil para mim, muitas magoas e nenhuma solução. S.O.B.R.E.V.I.V.I. O que eu conto não é novo, mas pra mim é de alguma forma é especial. Cresci. S.U.P.O.R.T.E.I. Resisti. E o sentimento que me resta é essa maravilhosa sensação de que a vida ainda pode ser boa, que o amor ainda existe, que a felicidade pode ser vivida. F.U.I F.E.L.I.Z. Amadureci. A dor não nos faz retroceder, a não ser que a dificuldade de seguir além seja maior. A dor nos faz agradecer, pelo menos me faz, por isso Sigo. PERMANEÇO. Esse ultimo sem pontos, continuo, porque a vida não pode parar, a vida não para. E te engole. Ela é V.O.R.A.Z. O que difere é a E.S.P.E.R.A.N.Ç.A. Que eu carrego sempre comigo e me faz A.M.A.R. E como eu amei. AMO.

Amanheço.

Um turbilhão de sentimentos grita dentro de mim, inaudiveis. A vida vibra na frequência de quem quer achar beleza no mundo, feroz. Os encontros acontecem e mesmo apática, por ser vítima de uma cruel desesperança, um moço me desperta. E desperta reencontro dentro de mim a poesia. Que bom seria construir uma casa num chão de terra batida, onde ao fundo um sol laranja se despede de mais um dia. A simplicidade se confunde com beleza, ou será tudo a mesma coisa? A semântica das palavras as vezes não compreendem a si mesma. E com a alma transbordando questiono, a poesia se confundiu com um moço, ou era tudo a mesma coisa? Amanheço.

Tive sorte!

Eu sei que na fortuna dos filhos comilões tirei a sorte grande, o meu nasceu com apetite dobrado, herdado dos pais. Não sei se vcs sabem, mas sou gastrônoma, nasci dessa forma, porque sempre levei os sabores muito a sério, desde sempre e em todos os aspectos, inclusive no meu dia a dia a vida tem que ter sabor, ela de um modo geral tem que ser uma grande refeição alegre e animada, feito domingo de casa cheia, nada daquela comida rala, sem graça, sem vida e sem tempero. Porque a vida é passageira, e somos transitórios, então precisamos consumi-la! Meu filho come de tudo! come uma banana com a mesma alegria e satisfação de que come uma colherada de brigadeiro depois do almoço, mas só depois de raspar o prato cheio de feijão, legumes e carne, meu filho acha uma maçã tão saborosa quanto o bolo que eu faço. Uma tapioca com queijo, a segunda maravilha do mundo (perdendo só pro meu colo). E acho a interação dele com a comida bem saudável e muito bonita, tudo, dentro do que ele conhece e ...