Pergunto-me sempre o porquê, como se colocando significado nas coisas o entendimento fosse mais fácil, mas não é, dificulta e piora a cada novo significado, é como se ao colocar nomes aos bois eu privasse aos bois todos os outros nomes do mundo. E fazer isso com a sua vida, não é algo inteligente, privar todas as outra possibilidades de significados e cores, não é algo que devamos fazer.
Acontece que comigo, toda vida eu estrago os momentos de carinhos e sentimentos descompromissados com a própria cobrança em mim, privo-me dos significados dentro da minha alma para a procura racional verdade, mas nem sempre há verdades, foi o que tardiamente eu descobrir.
Procurando depois entre fatos e pessoas me encontro de maneira que nunca estive, de maneira como se o racional me enganasse, não existe uma linha lógica, aonde uma rosa sempre significa uma rosa, existe um contexto de situações que muda tudo. e apesar de tudo, um contexto nunca é apenas um contexto, o contexto tem outros significados e a busca pela racional verdade é apenas se privar de viver e sentir cada sutil toque da rosa despetalada, na alma desnuda de Neruda.
Acontece que comigo, toda vida eu estrago os momentos de carinhos e sentimentos descompromissados com a própria cobrança em mim, privo-me dos significados dentro da minha alma para a procura racional verdade, mas nem sempre há verdades, foi o que tardiamente eu descobrir.
Procurando depois entre fatos e pessoas me encontro de maneira que nunca estive, de maneira como se o racional me enganasse, não existe uma linha lógica, aonde uma rosa sempre significa uma rosa, existe um contexto de situações que muda tudo. e apesar de tudo, um contexto nunca é apenas um contexto, o contexto tem outros significados e a busca pela racional verdade é apenas se privar de viver e sentir cada sutil toque da rosa despetalada, na alma desnuda de Neruda.
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