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Mostrando postagens de dezembro, 2007
Ela sempre escrevia da mesma forma, as palavras eram iguais, os assuntos eram os mesmos, as musicas que tocavam ao fundo enquanto ela escrevia também eram, ela tava cansada dessa igualdade, dessa mesmice, olhava pela janela e via o tempo sem tempo, não podia se saber que horas eram sem o sol. Olhava pra baixo e via os carros, mas seria possível dizer que aqueles carros lhe eram diferentes? Eles eram sempre os mesmos carros indo e vindo. Sua angustia estava naquilo que não mudava nunca. Transformações aconteciam na sua vida, verdades lhe eram reveladas e até o motivo de sua existência ela já havia descoberto, porem ainda assim tinha uma coisa que não mudava nunca essa espera sem poder esperar tanto assim dos outros, apesar de tudo que ela tinha aprendido ela ainda esperava, será que ela nunca cansava disso? De errar sabendo exactamente onde estava errando? Talvez não. Ela não queria falar de erros, o mundo era perfeito de mais na sua imperfeição, falar de erros era também falar de acert...
As vezes ela sofria por amor, por amar aqueles que eram Tao ou mais complicados que ela, aqueles que também não sabiam amar, e quando sofria era como se cada pedaço de seu corpo doesse de uma dor quase mortal. As vezes ate queria morrer, mas dai pensava que não valia apena morre, não que não valesse apena morrer de amor porque, sim! Valia, mas por que ela ainda tinha muito que amar. E ela amava. amava cada menina que era sua de uma maneira única, cada qual com as suas diferenças, cada qual com as suas igualdades, amava cada uma de forma única porque era assim que elas exigiam ser amadas. E quando as vezes era difícil até mesmo respirar por que lhe doía o peito, ela lembrava delas, nas suas brincadeiras, nas suas formas de dizer o indizível apenas com o olhar. Com elas ela aprendeu a acertar, aprendeu também a errar, mas acima de tudo aprendeu a aceitar, aceitar que nem tudo lhe é como quer, que a diferença é a forma mais pura de amor. E falar de amor era falar de cada momento perto del...
Ela queria escrever sobre ele, sobre o seu jeito de andar, de falar, de se portar, mas às vezes achava que ainda era cedo pra ele entender, que ela amava assim sem querer nada em troca, quer dizer ela ate queria sim algo em troca, mas isso não se pede simplesmente se recebe ou não. Ela não ia falar o que. Ele na sua grandeza a conquistou, ele era daqueles tipos de cara que parecia ter saído de um livro do tempo antigo, idealista de mais, sonhador de mais, romântico de mais. Mas nem tudo que vem de antigamente pode se dizer que é ultrapassado, ele era atual. Na se pequenez ele amava, amava sempre, muitas vezes amava sem pedir nada em troca, amava por amar. Por outras ele pedia, mas nem sempre recebia de volta, ele aprenderá cedo a querer, a desejar, mas também aprendera cedo a sofrer, sofria por amor, sofria por não saber o que queria ser. Ate que se encontrou e nesses caminhos que a vida traçava sem se saber por que ele a encontrou, não a ela, ela do inicio, mas a outra ela. Ele a enco...
Queria nao ligar... queira passar por essa vida e não sentir, não amar, quem foi que disse que não dói morrer de amor? Acho até que dói muito mais do morrer de amor do que de morte morrida, cada vez que se morrer de amor morre tambem um pouquinha da alma. E pra alma se refazer navamente demorar um pouco, e as vezes demora muito, muito mais que se possa aguentar. Bom, o mais engraçado de tudo isso é que eu deixei de escrever como ela, apredi a escrever como eu, tirou um pouco do que antes era um texto literario e passou a ser um texto pessoal, ainda assim nao faz mal. por que parece que eu me libertei de algo que me impedia de falar das coisas que eu sintia. Aprendi a nao ter vergonha. E assim se vai seguindo a vida, entrando pessoas que te modificam muito e pouco, que te fazem bem e mal, que você ama e depois odeia, que odeia e depois ama. Mas que sao de uma importancia impa, e é isso que eu tenho que aprender, que nem todos ficarão pra sempre comigo, por que alguns so farao parte na m...
Hoje não escreverei sobre o amor. Nem sobre almas. Nem sobre lua. Nao escreverei aquilo que me fascina. Aquilo que me faz grande e nem daquilo que me deixa assim, pensando apenas com o coraçao. nao falarei disso que tanto ja foi falado. Nao farei tambem voce ler essa cronica, digo cronica nao conto, e acreditem pra quem sabe a sutil diferença isso é importante. Nao ficarei esperando por uma mensagem, nem rezarei por uma ligaçao, nao sentirei esse vazio, e nem muito mesmo acreditarei nas palavras que foram ditas, nao escreverei como ela, e nem ela ligara caso nada aconteça. Não dormirei feliz, e nao dormirei pensado em ninguem, hoje nao tentarei me distrair pra nao pensar em voce, hj nao vou pensar em voce. Tambem nao pensarei noutro e nem tentarei fazer duas historias se interligarem, por que nao haverá duas historias. amanhã o meu primeiro pensamento nao será no encanto da noite anterior, pq nao houve a noite anterior. hj nao ligarei para amigos, e nem atenderei caso me liguem. Assim ...