Pular para o conteúdo principal
Queria nao ligar... queira passar por essa vida e não sentir, não amar, quem foi que disse que não dói morrer de amor? Acho até que dói muito mais do morrer de amor do que de morte morrida, cada vez que se morrer de amor morre tambem um pouquinha da alma. E pra alma se refazer navamente demorar um pouco, e as vezes demora muito, muito mais que se possa aguentar.
Bom, o mais engraçado de tudo isso é que eu deixei de escrever como ela, apredi a escrever como eu, tirou um pouco do que antes era um texto literario e passou a ser um texto pessoal, ainda assim nao faz mal. por que parece que eu me libertei de algo que me impedia de falar das coisas que eu sintia. Aprendi a nao ter vergonha.
E assim se vai seguindo a vida, entrando pessoas que te modificam muito e pouco, que te fazem bem e mal, que você ama e depois odeia, que odeia e depois ama. Mas que sao de uma importancia impa, e é isso que eu tenho que aprender, que nem todos ficarão pra sempre comigo, por que alguns so farao parte na minha por gestos, coisas que eles modificaram, mas que nao possaram tempo o sufuciente pra fazerem parte da alma.
E hj, nao sou Maria, nem Luciane e nem lulu. Hoje eu sou apenas EU, como poucas vezes fui.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Amanheço.

Um turbilhão de sentimentos grita dentro de mim, inaudiveis. A vida vibra na frequência de quem quer achar beleza no mundo, feroz. Os encontros acontecem e mesmo apática, por ser vítima de uma cruel desesperança, um moço me desperta. E desperta reencontro dentro de mim a poesia. Que bom seria construir uma casa num chão de terra batida, onde ao fundo um sol laranja se despede de mais um dia. A simplicidade se confunde com beleza, ou será tudo a mesma coisa? A semântica das palavras as vezes não compreendem a si mesma. E com a alma transbordando questiono, a poesia se confundiu com um moço, ou era tudo a mesma coisa? Amanheço.

A.M.A.R

Já faz um tempo que escrevi a ultima vez, não tanto tempo quanto a ultima vez que escrevi e que fez mais tempo que essa. Não importa. Essa semana foi particularmente difícil para mim, muitas magoas e nenhuma solução. S.O.B.R.E.V.I.V.I. O que eu conto não é novo, mas pra mim é de alguma forma é especial. Cresci. S.U.P.O.R.T.E.I. Resisti. E o sentimento que me resta é essa maravilhosa sensação de que a vida ainda pode ser boa, que o amor ainda existe, que a felicidade pode ser vivida. F.U.I F.E.L.I.Z. Amadureci. A dor não nos faz retroceder, a não ser que a dificuldade de seguir além seja maior. A dor nos faz agradecer, pelo menos me faz, por isso Sigo. PERMANEÇO. Esse ultimo sem pontos, continuo, porque a vida não pode parar, a vida não para. E te engole. Ela é V.O.R.A.Z. O que difere é a E.S.P.E.R.A.N.Ç.A. Que eu carrego sempre comigo e me faz A.M.A.R. E como eu amei. AMO.
Era de manhã e o relógio de pulso ao seu lado marcava as horas, ia tictaqueando devagar, como se o tempo passasse menos por ele ser menor, tolice, no mundo do tempo tamanho não era documento, nem o tamanho do próprio tempo importava, ele estava ali e nada mudaria, ele apenas se repetiria em um outro tempo. Maria havia levantado cedo para estudar, claro que em todo percurso como era de costume, pensara nele e em todas as alternativas de contar-lhe, todas muito boas, na teoria, mas na verdade a pratica era outra, Maria tinha um compromisso quase cívico em não se apaixonar por ele de novo, e ela honrava esse compromisso, pelo menos da boca pra fora e fazia isso com muito sucesso. Antes de ir pra faculdade, Maria seguia pela penumbra dos rastros dele, mensagens que a fizesse ter mais coragem ou pior, desistir, quase sempre nessas pesquisas matinais ela descobria algo que matava um pouco da coragem dela, e ela todo dia desistia e sentia coragem, era assim desdo inicio. Quando chegou na aula...