
Ela queria escrever sobre ele, sobre o seu jeito de andar, de falar, de se portar, mas às vezes achava que ainda era cedo pra ele entender, que ela amava assim sem querer nada em troca, quer dizer ela ate queria sim algo em troca, mas isso não se pede simplesmente se recebe ou não. Ela não ia falar o que.
Ele na sua grandeza a conquistou, ele era daqueles tipos de cara que parecia ter saído de um livro do tempo antigo, idealista de mais, sonhador de mais, romântico de mais. Mas nem tudo que vem de antigamente pode se dizer que é ultrapassado, ele era atual.
Na se pequenez ele amava, amava sempre, muitas vezes amava sem pedir nada em troca, amava por amar. Por outras ele pedia, mas nem sempre recebia de volta, ele aprenderá cedo a querer, a desejar, mas também aprendera cedo a sofrer, sofria por amor, sofria por não saber o que queria ser. Ate que se encontrou e nesses caminhos que a vida traçava sem se saber por que ele a encontrou, não a ela, ela do inicio, mas a outra ela. Ele a encontrou ali, nos primeiros meses de sua primeira escolha certa, não que as outras fossem erradas, ate porque tinha sido elas que a tinham levado ate aquele momento, ele a amou. Talvez no primeiro segundo, mas como nem tudo se pode ter e como a vida também tem disso, eles tomaram caminhos diferentes, cada qual pro seu lado pras suas historias, por fim, eles se encontraram de novo, dessa vez nada poderia impedir pensou ele, era DESTINO, mas a vida não era fácil, ela tinha que dificultar. Ninguém sabe por que, mas a vida sempre tornava tudo difícil, por que na mesma proporção que eles se envolviam ela dizia que não. E o não se fez ativo, e nele ativou o que ele não queria, ele pensou em desistir, procurar outro amor, achou ela, ela do inicio do texto, ela que também amava assim como ele. Mas quem disse que a vida é fácil. Eles não se apaixonaram, a vida tinha errado ai, porque pra eles não acontecia nada sem paixão. E da mesma forma que a vida tinha errado ele também errara por ter esquecido o obvio, não se esquece àquilo que não se quer. E colocou em risco algo maior, a poesia.
Mas ele era sim, tão belo, e tão simples, escrevia livros, estava se formando, amava, mas ainda não tinha encontrado alguém ideal, por essa procura incessante talvez ele não tenha se deixado encontrar, e ela não podia culpá-lo, ela entedia muito bem, ele era gentil, era educado, mas dentre todas as qualidades tinha um defeito, sua incerteza, coisa que ela também entendia muito bem, amava a lua, e o mar, queria ser grande, queria ter filhos, queria se casar, procurava isso e sentia isso, mas ele ainda não tinha entendido que a danada da vida gosta de brincar de esconde-esconde e no final talvez quando cansado de procurar ele olhando assim como quem não quer nada o mar, ele a ache sem nenhuma anunciação, simplesmente a ache andando pela praia como quem também procura algo.
Ele na sua grandeza a conquistou, ele era daqueles tipos de cara que parecia ter saído de um livro do tempo antigo, idealista de mais, sonhador de mais, romântico de mais. Mas nem tudo que vem de antigamente pode se dizer que é ultrapassado, ele era atual.
Na se pequenez ele amava, amava sempre, muitas vezes amava sem pedir nada em troca, amava por amar. Por outras ele pedia, mas nem sempre recebia de volta, ele aprenderá cedo a querer, a desejar, mas também aprendera cedo a sofrer, sofria por amor, sofria por não saber o que queria ser. Ate que se encontrou e nesses caminhos que a vida traçava sem se saber por que ele a encontrou, não a ela, ela do inicio, mas a outra ela. Ele a encontrou ali, nos primeiros meses de sua primeira escolha certa, não que as outras fossem erradas, ate porque tinha sido elas que a tinham levado ate aquele momento, ele a amou. Talvez no primeiro segundo, mas como nem tudo se pode ter e como a vida também tem disso, eles tomaram caminhos diferentes, cada qual pro seu lado pras suas historias, por fim, eles se encontraram de novo, dessa vez nada poderia impedir pensou ele, era DESTINO, mas a vida não era fácil, ela tinha que dificultar. Ninguém sabe por que, mas a vida sempre tornava tudo difícil, por que na mesma proporção que eles se envolviam ela dizia que não. E o não se fez ativo, e nele ativou o que ele não queria, ele pensou em desistir, procurar outro amor, achou ela, ela do inicio do texto, ela que também amava assim como ele. Mas quem disse que a vida é fácil. Eles não se apaixonaram, a vida tinha errado ai, porque pra eles não acontecia nada sem paixão. E da mesma forma que a vida tinha errado ele também errara por ter esquecido o obvio, não se esquece àquilo que não se quer. E colocou em risco algo maior, a poesia.
Mas ele era sim, tão belo, e tão simples, escrevia livros, estava se formando, amava, mas ainda não tinha encontrado alguém ideal, por essa procura incessante talvez ele não tenha se deixado encontrar, e ela não podia culpá-lo, ela entedia muito bem, ele era gentil, era educado, mas dentre todas as qualidades tinha um defeito, sua incerteza, coisa que ela também entendia muito bem, amava a lua, e o mar, queria ser grande, queria ter filhos, queria se casar, procurava isso e sentia isso, mas ele ainda não tinha entendido que a danada da vida gosta de brincar de esconde-esconde e no final talvez quando cansado de procurar ele olhando assim como quem não quer nada o mar, ele a ache sem nenhuma anunciação, simplesmente a ache andando pela praia como quem também procura algo.
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