Céu azul, árvores verdes e se ela se calasse um pouco podia ouvir os passaros, se calasse um pouco mais podia ouvi o vento e se ela não falasse podia se escultar e ela se ouvia.
As folhas que caiam da árvore verde não era verde, por isso estava sendo descartada pelo precesso de seleção natural, ela não servia mais pra aquela árvore e tinha que se conscientizar e simplesmente cair.
A folha amarelada pelo sol não escolheu se amarelar, nao escolheu ficar seca e não escolheu cair, na realidade tudo o que ela fez foi tentar ao máximo fazer a árvore feliz, fazer com que ela se nutrisse, com que ela fosse maior do que já era, mas no entanto nem um muito obrigada recebeu, ao contrario disso, ela caiu, o céu azul testemunhava e os passaros nem ligavam, mas ela nao, ela via e sentia que se a folha tivesse consciÊncia estaria chorando.
Da sua varanda ela via varias coisas, pessoas sendo assaltadas, cachorros fazendo xixi em muros de predios, pra não falar outra coisa, pessoas passando do lado de outras pessoas e as ignorando e ela via também a folha.
Saiu do parapeito e foi escrever, pensar em como o barulho de uma folha caindo era, será que ela era tão indiferente que nem quando caia fazia barulho? Mas se até o sol tinha o barulho do dia amanhacendo e a lua o barulho dos casais se amando, pq uma folha nao teria?
Seria ela tão inútil depois da sua grande vida servindo que ela nem ao menos existia pra ela? Ela existia pela planta pela o qual fazia parte, pelo rosa de outrora e ninguém ligava pra folha, ao contrário nem a casamentos ela podia ir, nem quando a sua rosa ia, nesses casos ela era jogada fora antes, sem escolhas, uma folha nao pode ser feliz, uma folha não enfeita a vida de ninguém, uma folha apesar de perfeita e necessária, ninguém liga, a não ser ela que a viu cair da sacada do seu predio e reparou de como ela caia devagar, como se a gravidade fosse a única coisa que a deixasse importante, os filmes tiraram as cenas de camera lenta das folhas caindo.
Porém o problema maior era a falta de barulho para identificar exatamente a hora em que a folha caia, não tinha. Ou se tinha ela que a observava nao podia ouvir ou se podia, preferia não, pois era uma grande responsabilidade ver um barulho de dor e ela sempre fugia de responsabilidades, se até da rosa ela fugiu quanto mais da folha que nunca foi tão importante.
Ela observava a folha frágil, suspeitava que já estava até sem vida, mas caindo de uma maneira nobre, de uma maneira que dizia assim: apesar de não ter tido escolha eu fiz direitinho o meu papel, fiz de tudo por essa árvore, por essa rosa, tentei ao máximo a felicidade delas, não escolhi ser folha nao escolhi servi, mas se era na servidão em que eu realmente era boa não podia negá-la só porque a minha planta um dia ia me descartar e amar a folhas mais jovens do que eu, na realidade tinha valido a pena cada momento em que eu a vi crescer por minha causa, não faço nem barulho ao cair, por que nem na minha morte eu quis ofuscar a beleza que eu lutei tanto pra construir, se caiu como se nao fosse importante é justamente por me saber importante.
E a dor que tu sentes ao me ver parti é dor da tua incapacidade de amar mesmo sabendo que nao será reconhecida, memo sabendo que no final ao cair nao fará barulho, sou tao completa em mim que nao preciso desses tais barulhos, sei fazer mais calada, sem me gabar feito a lua ou sem ser rei, feito o sol e ninguem precisa saber disso, nem mesmo as pessoas que como tu respiram o ar que eu produzo. Não tens medo de sentir a minha dor, porem sim de sentir a tua propria dor do medo de passar por essa vida e não amar, o medo é de ser responsavél por si.
As folhas que caiam da árvore verde não era verde, por isso estava sendo descartada pelo precesso de seleção natural, ela não servia mais pra aquela árvore e tinha que se conscientizar e simplesmente cair.
A folha amarelada pelo sol não escolheu se amarelar, nao escolheu ficar seca e não escolheu cair, na realidade tudo o que ela fez foi tentar ao máximo fazer a árvore feliz, fazer com que ela se nutrisse, com que ela fosse maior do que já era, mas no entanto nem um muito obrigada recebeu, ao contrario disso, ela caiu, o céu azul testemunhava e os passaros nem ligavam, mas ela nao, ela via e sentia que se a folha tivesse consciÊncia estaria chorando.
Da sua varanda ela via varias coisas, pessoas sendo assaltadas, cachorros fazendo xixi em muros de predios, pra não falar outra coisa, pessoas passando do lado de outras pessoas e as ignorando e ela via também a folha.
Saiu do parapeito e foi escrever, pensar em como o barulho de uma folha caindo era, será que ela era tão indiferente que nem quando caia fazia barulho? Mas se até o sol tinha o barulho do dia amanhacendo e a lua o barulho dos casais se amando, pq uma folha nao teria?
Seria ela tão inútil depois da sua grande vida servindo que ela nem ao menos existia pra ela? Ela existia pela planta pela o qual fazia parte, pelo rosa de outrora e ninguém ligava pra folha, ao contrário nem a casamentos ela podia ir, nem quando a sua rosa ia, nesses casos ela era jogada fora antes, sem escolhas, uma folha nao pode ser feliz, uma folha não enfeita a vida de ninguém, uma folha apesar de perfeita e necessária, ninguém liga, a não ser ela que a viu cair da sacada do seu predio e reparou de como ela caia devagar, como se a gravidade fosse a única coisa que a deixasse importante, os filmes tiraram as cenas de camera lenta das folhas caindo.
Porém o problema maior era a falta de barulho para identificar exatamente a hora em que a folha caia, não tinha. Ou se tinha ela que a observava nao podia ouvir ou se podia, preferia não, pois era uma grande responsabilidade ver um barulho de dor e ela sempre fugia de responsabilidades, se até da rosa ela fugiu quanto mais da folha que nunca foi tão importante.
Ela observava a folha frágil, suspeitava que já estava até sem vida, mas caindo de uma maneira nobre, de uma maneira que dizia assim: apesar de não ter tido escolha eu fiz direitinho o meu papel, fiz de tudo por essa árvore, por essa rosa, tentei ao máximo a felicidade delas, não escolhi ser folha nao escolhi servi, mas se era na servidão em que eu realmente era boa não podia negá-la só porque a minha planta um dia ia me descartar e amar a folhas mais jovens do que eu, na realidade tinha valido a pena cada momento em que eu a vi crescer por minha causa, não faço nem barulho ao cair, por que nem na minha morte eu quis ofuscar a beleza que eu lutei tanto pra construir, se caiu como se nao fosse importante é justamente por me saber importante.
E a dor que tu sentes ao me ver parti é dor da tua incapacidade de amar mesmo sabendo que nao será reconhecida, memo sabendo que no final ao cair nao fará barulho, sou tao completa em mim que nao preciso desses tais barulhos, sei fazer mais calada, sem me gabar feito a lua ou sem ser rei, feito o sol e ninguem precisa saber disso, nem mesmo as pessoas que como tu respiram o ar que eu produzo. Não tens medo de sentir a minha dor, porem sim de sentir a tua propria dor do medo de passar por essa vida e não amar, o medo é de ser responsavél por si.
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