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Seu josé era um homem normal, até o seu nome era normal, acordava as seis da manhã, tomava o seu café e saia, ia sempre pro mesmo ponto de ônibus, subia com dificuldades as escadas, pois tinha uma perna menor que a outra, ele agradecia por esse defeito, pois era unica coisa que o diferenciava, ele era conhecido como o ponto e virgula, melhor do que ser conhecido como o operário da maquina doze.
Seu josé trabalhava numa fabrica de chocolate e podia comer quanto chocolates quisesse, no primeiro mês foi ótimo depois ele injuou de doce, era doce de mais.
Trabalhava oito horas por dia vendo chocolate se misturando, depois batia seu ponto e ia para casa, fazia isso de segunda à sexta há 5 anos. Pouco tempo.
Seu josé era novo, so tinha 25 anos, mas o seu rosto era velho, a julgar pelas rugas ele parecia ter 40 anos, daí a explicaçao pro outro apelido que ele tinha: o jovem de meia idade, desse ele nao gostava, mas nada podia fazer, ele aceitava.
Seu josé vinha de uma vida sofrida, começara a trabalhar cedo, assim como tantos outros, ele nao se achava mais por isso ao contrario ele se achava menos.
Todas as sextas ele ia beber no bar da esquina do lado da budega, assim quando ele acabava de beber ia comprar pao, depois caminhava pra casa.
Um dia seu josé revolveu nao comprar pao e ir pela madrugada andar, foi entao que ele conheceu seu antônio que o assaltou e o matou, seu antonio era a esperança de seu josé, por isso logo depois de ter matado seu josé, seu antônio se matou.

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