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Na fresta de luz que entrava pela janela, pelo barulho do dia amanhecendo, pelo cheiro do café fresco que eu não senti pela manhã, não pela falta do cheiro do café, mas pela incapacidade do meu nariz de sentir cheiros. A dor de algo que foi deixado aos poucos no passado, a felicidade do presente deixado ao nascer do dia, o afeto e a certeza do afeto, as palavras ditas e esquecidas, a celebração da vida e o nascimento da morte.
As palavras mortas.
O tempo.
O esquecimento

Comentários

Elih Alcântara disse…
Pior eu que de manhã só acordo... e nada mais.

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A.M.A.R

Já faz um tempo que escrevi a ultima vez, não tanto tempo quanto a ultima vez que escrevi e que fez mais tempo que essa. Não importa. Essa semana foi particularmente difícil para mim, muitas magoas e nenhuma solução. S.O.B.R.E.V.I.V.I. O que eu conto não é novo, mas pra mim é de alguma forma é especial. Cresci. S.U.P.O.R.T.E.I. Resisti. E o sentimento que me resta é essa maravilhosa sensação de que a vida ainda pode ser boa, que o amor ainda existe, que a felicidade pode ser vivida. F.U.I F.E.L.I.Z. Amadureci. A dor não nos faz retroceder, a não ser que a dificuldade de seguir além seja maior. A dor nos faz agradecer, pelo menos me faz, por isso Sigo. PERMANEÇO. Esse ultimo sem pontos, continuo, porque a vida não pode parar, a vida não para. E te engole. Ela é V.O.R.A.Z. O que difere é a E.S.P.E.R.A.N.Ç.A. Que eu carrego sempre comigo e me faz A.M.A.R. E como eu amei. AMO.

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