Na fresta de luz que entrava pela janela, pelo barulho do dia amanhecendo, pelo cheiro do café fresco que eu não senti pela manhã, não pela falta do cheiro do café, mas pela incapacidade do meu nariz de sentir cheiros. A dor de algo que foi deixado aos poucos no passado, a felicidade do presente deixado ao nascer do dia, o afeto e a certeza do afeto, as palavras ditas e esquecidas, a celebração da vida e o nascimento da morte.
As palavras mortas.
O tempo.
O esquecimento
As palavras mortas.
O tempo.
O esquecimento
Comentários