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Mostrando postagens de janeiro, 2009
Ser jovem é pensar que as coisas boas duram pra sempre e que as ruins são momentos. Ser jovem é acreditar em uma única coisa e em todas ao mesmo tempo, é não saber o que quer da vida e saber exatamente o que não quer. Ser jovem é errar feio, é se embriagar para se divertir e é a incessante busca por paixões. Ser jovem é ser irresponsável, sentir preguiça de fazer um favor pra mãe, reclamar quando ela vem conversar com você e achar que quem é muito distante da sua vida é ela. Ser jovem é não ter errado o suficiente pra ser um velho e não continuar brincando o suficiente pra ser uma criança, ser jovem é não ser, é não sentir, é não se preocupar, é não pensar ou ser jovem é fazer tudo de uma vez só, ser, sentir, se preocupar e pensar. Se entender jovem é se entender tudo isso dito à cima e compreender a mágia que é ter tempo para fazer o seu melhor, e ser lembrado pela herança que deixará para os filhos. Ser jovem é pensar que tudo pode ser conquistado, é agir com o coração, é muitas veze...

Vivendo sem dor.

uma poesia sem rima, um quadro sem tinta uma flor sem vida um coraçao sem amor Dos tempos vivendo do passado, dos planos feitos pro futuro, da cura da dor sentida, da felicidade alvorecente. Uma menina que ama um menino sem rima, sem tinta, sem vida, sem amor. Uma menina que ama um menino sem tempo, sem planos, sem cura, sem felicidade. do amor sentido: só o passado, uma vaga lembrança sem cor, sem nada. um sol brilhando, um futuro sem ele, um futuro com amor.
É uma boa combinação para um domingo a tarde, missa, jantar e depois cinema. E quando eu acerto no filme é melhor ainda. Eu me sinto eu, é como se eu me fechasse e todos em minha volta fossem apenas figurantes de uma farsa só minha. Eu e a minha solidão. Eu sei que assusto alguns quando digo, fui ao cinema domingo.. "huuuuuuuuum, com quem?", sozinha... "ah", é como se esperassem que eu preenchesse esse espaço que falta em mim, é difícil explicar, as vezes é difícil explicar pra mim mesma, que eu me sinto bem só... fazendo coisas só, quando eu preciso de alguém eu ligo e pronto, tenho alguém. E tem outra, eu já amo a uma pessoa, correspondida ou não " mulher, tu tem que sair conhecer gente nova", eu já amo, e eu realmente não faço esforço algum para amar outra pessoa, já me apaixonar, ah! Isso é quase todo dia, mas eles são tão ou mais fugazes do que eu, digo, as paixões. E não tenho vergonha de viver assim ressentida com alguma coisa, esperando alguma cois...
Eu to sentindo algo que não obrigatoriamente deve ser ruim, só é algo que eu não sei, as vezes eu devia prestar mais atenção no que me acomete subtamente nos dias normais... quase sempre tenho razão naquilo que sinto. São esses pressentimentos que regem a minha vida, as minhas decisões e eu não deveria colocar tanta fé assim neles, as vezes eles se enganam. Hoje o dia tá branco, e tenho certeza que parte dessa tristeza é minha, essa indecisão entre chover e fazer sol, esse meio termo. Essa indecisão que não é minha, faltou alguma coisa na tua fala de ontem à noite, algo que tu queria me dizer e não disse, essa indecisão do dia branco, esse pranto de amor. Fica então pra outro dia, quem sabe quando o teu medo de me perder for suprido pelo medo de não me amar. Enquanto isso, com o perdão da expressão, é cada um no seu quadrado.
Dos anos em que não havia tempo, dos tempos em que tudo era estático. A corda dada no relógio era de frente pra trás, só havia a perfeição e não havia, por isso, números. Dessa época recordo-me de uma moço com um nome diferente, também de trás pra frente. Tudo que é trino é perfeito, tudo que é trino duas vezes é medo. Das santidades desfalecidas, dos acordos silenciosos, da enganharia dos números, da comunicação das vozes, a repartição de bens, metade meu. tudo meu de trás pra frente, de cabo a rabo, da minha metade sem bens, do moço com o nome diferente troco tudo que me pertence por ele. da matemática das coisas e da sabedoria das palavras, fico com as palavras e com ela escrevo os números e falo em voz alta. Volte pro começo pra onde é dada a corda no relógio de frente pra trás e verás tudo acontecer de trás pra frente, mas lembre-se números não se transformam em palavras, mas eu me transformo eu números, eu sou trina, e você é trina duas vezes.
Musica, samba, apresentaçao, internet, msn, scrap, scrap, scrap, msn, celular, mensagem, mensagem, sair, cinema, jantar, lua, carro,beijo, mensagam, encontro, desencontro, saida, beijo, chegada, desaparecimento, reaperecimento, explicação, explicaçao aceita, amizade resgatada, companherismo, caminhadas, risos, palavras, olhares, amizade, amor, maos dadas, jantares, reunioes, jantares, cinema, caminhada, medo, separaçao, falta, falta, reapariçao, magoa, desentendimento, dor, tentativas, tempo, outra pessoa, dor, brincadeira, jogos, falta da verdade, dor, espera, desistencia, luta, maos atadas, dor, talvez fim, talvez começo, amor. Texto escrito em janeiro de 2007
Acho difícil me concentrar diante de todo esse desejo, essa vontade incontrolável de me sentir mais leve e livre, é difícil não deixar de notar nos roda-pés das paginas um pouco antigas a revolta de não se sentir querida, e é mais difícil ainda não deixar que isso me atinja. Das paginas amareladas, das flores marcando os textos preferidos, das mãos sujas, antigas e velhas de uma adolescente morta marcada nas paginas como de fosse a própria digital da capa, o tempo. Se eu soubesse desse amor antes de lê-lo, se eu soubesse no tempo da mocidade o quanto era amado, o quanto ela abriu mão por mim, o que eu teria feito? Ela partira, me deixara apenas com esse livro, sem mais explicações. Como ela podia ver em mim todo esse sentimento? Essa ternura? quando eu só era e apenas era de outra? como ela podia contabilizar os meus sorrisos, os meus toques, fazendo de cada um deles um troféu? Como ela podia me amar sem eu nunca ter feito esforço para ela me amar? era estranho ela ter vivido ao meu la...
Ela havia acordado infinitamente feliz. O sol... quem estava ao seu lado, o riso do dia que teimava em dizer que a vida era boa, as loucuras da juventude, a lua que agora estava finalmente nela, ali, com o mar dentro de si. a mudança suprema e a superação de tudo um dentro do outro. o dualismo, sendo o posto. Ela tinha algo que era para sempre, algo que não morreria enquanto ela não morresse, algo que ela poderia dizer que era dela, porque era uma parte dela agora. Uma lua com o seu mar. A lua que era todo o amor que ela já havia sentido e o mar que sempre teve com ela ao sentir. Mas a felicidade era por outra coisa, era pelo dia mesmo, pelos animais, pelas plantas e pelo sol que parecia enciumado pela lua que irradiava a sua beleza sem o menor pudor e pelo mar que era eterna renovação e que renovava a beleza da lua, e tudo isso refletindo esse misto de sensações, essa beleza que era só dela, e até o sol ajudava, mesmo meio temeroso, quando ela sorria e iluminava ainda mais o ambiente....
Talvez quando eu escrever esse turbilhão de emoção eu possa por fim ter uma ideia genial para o meu trabalho. Maria, amava desde muito tempo, tanto tempo que o tempo havia se perdido nele mesmo, e amava estar perto, junto, mas do que amava não estar e ela aprendeu que se contentar com aquilo que ela pode ter é uma forma de amar a ele. E ela amava. lindamente, amava a musica favorita dele, amava a jeito do riso dele e amava como ele falava de maneira mansa, calma e serena, amava.. amou... amei. Ela amará quando ele se casar, quando ele tiver filhos, quando comprar o seu primeiro cachorro, quando ganhar o primeiro troféu, ela estará do lado quando ele decidir ter o seu primeiro carro, a primeira viagem internacional, a primeira Eucaristia do filho, a primeira morte prematura de alguém querido, uma doença. ela cuidará dele, de tudo dele, de tudo dela. Quando há amor não há temores, se temes é porque nunca amou, eu não tenho medo que ele nunca seja meu do jeito que eu desejo, eu não tenho ...
Nunca fui de escrever metas, nunca escrevi sobre coisas que eu quero fazer no futuro. Isso nunca funcionou pra mim, nao que eu nao seja capaz de conquistar as coisas escritas, mas é que eu prefero não me manter presa a uma serie de promessas feitas no primeiro dia do ano, a vida muda e as promessas tambem. Claro que eu sempre faço os meus pedidos, pulo as 7 ondas, como as uvas, nao viro as costas para o mar, mas nesse ano em especial não quis nada que fosse maior do que eu realmente ja tenho. tudo que eu pedi foi o amadurecimento das minhas conquistas e só. Algo em mim mudou esse ano, e mudou de uma forma que as vezes nao consigo me reconhecer, o amor não é mais prioridade na minha vida, viver agora é prioritario, claro que quando chega a hora de viver plenamente sem medo eu fico meio com o pé atras, mas nao tanto quanto antes, o ano que passou eu mudei a minha maneira de construir a minha vida, me tornei mais objetiva e fui atras dos meus sonhos, esse ano quero ser a melhor em tudo, ...