Ela havia acordado infinitamente feliz. O sol... quem estava ao seu lado, o riso do dia que teimava em dizer que a vida era boa, as loucuras da juventude, a lua que agora estava finalmente nela, ali, com o mar dentro de si. a mudança suprema e a superação de tudo um dentro do outro. o dualismo, sendo o posto.
Ela tinha algo que era para sempre, algo que não morreria enquanto ela não morresse, algo que ela poderia dizer que era dela, porque era uma parte dela agora.
Uma lua com o seu mar.
A lua que era todo o amor que ela já havia sentido e o mar que sempre teve com ela ao sentir.
Mas a felicidade era por outra coisa, era pelo dia mesmo, pelos animais, pelas plantas e pelo sol que parecia enciumado pela lua que irradiava a sua beleza sem o menor pudor e pelo mar que era eterna renovação e que renovava a beleza da lua, e tudo isso refletindo esse misto de sensações, essa beleza que era só dela, e até o sol ajudava, mesmo meio temeroso, quando ela sorria e iluminava ainda mais o ambiente. Ela gostava imensamente de si e tinha orgulho de ser o que era, só não tinha tanto orgulho dos defeitos, mas esses ela já tinha aprendido a respeitar, assim como ela respeitava a lua.
uma lua com o seu mar, com o seu amar, com as suas razões, com a sua certeza. Uma lua que era só dela, única, a lua que representava que tudo estava ao seu alcance, até a beleza tão sem pudor que também já era dela. A lua com os seus mistérios.
Ela tinha algo que era para sempre, algo que não morreria enquanto ela não morresse, algo que ela poderia dizer que era dela, porque era uma parte dela agora.
Uma lua com o seu mar.
A lua que era todo o amor que ela já havia sentido e o mar que sempre teve com ela ao sentir.
Mas a felicidade era por outra coisa, era pelo dia mesmo, pelos animais, pelas plantas e pelo sol que parecia enciumado pela lua que irradiava a sua beleza sem o menor pudor e pelo mar que era eterna renovação e que renovava a beleza da lua, e tudo isso refletindo esse misto de sensações, essa beleza que era só dela, e até o sol ajudava, mesmo meio temeroso, quando ela sorria e iluminava ainda mais o ambiente. Ela gostava imensamente de si e tinha orgulho de ser o que era, só não tinha tanto orgulho dos defeitos, mas esses ela já tinha aprendido a respeitar, assim como ela respeitava a lua.
uma lua com o seu mar, com o seu amar, com as suas razões, com a sua certeza. Uma lua que era só dela, única, a lua que representava que tudo estava ao seu alcance, até a beleza tão sem pudor que também já era dela. A lua com os seus mistérios.
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