É uma boa combinação para um domingo a tarde, missa, jantar e depois cinema. E quando eu acerto no filme é melhor ainda. Eu me sinto eu, é como se eu me fechasse e todos em minha volta fossem apenas figurantes de uma farsa só minha.
Eu e a minha solidão.
Eu sei que assusto alguns quando digo, fui ao cinema domingo.. "huuuuuuuuum, com quem?", sozinha... "ah", é como se esperassem que eu preenchesse esse espaço que falta em mim, é difícil explicar, as vezes é difícil explicar pra mim mesma, que eu me sinto bem só... fazendo coisas só, quando eu preciso de alguém eu ligo e pronto, tenho alguém.
E tem outra, eu já amo a uma pessoa, correspondida ou não " mulher, tu tem que sair conhecer gente nova", eu já amo, e eu realmente não faço esforço algum para amar outra pessoa, já me apaixonar, ah! Isso é quase todo dia, mas eles são tão ou mais fugazes do que eu, digo, as paixões.
E não tenho vergonha de viver assim ressentida com alguma coisa, esperando alguma coisa, buscando algo, eu realmente me sinto feliz de ter essa dor que é só minha, de não me igualar a ninguém, nem pelo meu corpo e nem pela a minha mente. Eu nunca conheci alguém que parecesse um pouco comigo, nos meus atos, ou de como eu sorriu com os olhos, e é justamente essa amor não correspondido, essa alma de gente antiga, essas musicas tristes que me fazem ser o que eu sou e eu me amo. Eu sou isso, essa dor sofrida, essa solidão desmedida, essa angustia sentida e esse amor sorrido. E se eu tivesse a chance de me reinventar eu não mudaria nada.
E espero que entendam que eu nunca, nunca vou crescer, vou ser essa criança que brinca, que fala bobagem e que sempre fala alto na hora errada, espero que entendam que eu sempre vou ser essa adolescente, essa moça que anda meio diferente, que bebe, que beija na boca, que se arrepende de ser tão impulsiva e tão temperamental, e PRINCIPALMENTE eu quero que entendam que sempre vou ser essa mulher que quer descobrir quem ela realmente é, uma busca incansavél de si mesma, que nunca vai parar de aprender com os erros da adolescente e nunca vai deixar de notar quando for hora de parar e brincar de novo. Como diz uma amiga, a gente só vive uma vez e se eu não aprendesse a me respeitar agora, eu não me respeitaria nunca.
E sabe qual é o grande lance disso tudo? Ser feliz.
Eu sou Feliz.
Eu e a minha solidão.
Eu sei que assusto alguns quando digo, fui ao cinema domingo.. "huuuuuuuuum, com quem?", sozinha... "ah", é como se esperassem que eu preenchesse esse espaço que falta em mim, é difícil explicar, as vezes é difícil explicar pra mim mesma, que eu me sinto bem só... fazendo coisas só, quando eu preciso de alguém eu ligo e pronto, tenho alguém.
E tem outra, eu já amo a uma pessoa, correspondida ou não " mulher, tu tem que sair conhecer gente nova", eu já amo, e eu realmente não faço esforço algum para amar outra pessoa, já me apaixonar, ah! Isso é quase todo dia, mas eles são tão ou mais fugazes do que eu, digo, as paixões.
E não tenho vergonha de viver assim ressentida com alguma coisa, esperando alguma coisa, buscando algo, eu realmente me sinto feliz de ter essa dor que é só minha, de não me igualar a ninguém, nem pelo meu corpo e nem pela a minha mente. Eu nunca conheci alguém que parecesse um pouco comigo, nos meus atos, ou de como eu sorriu com os olhos, e é justamente essa amor não correspondido, essa alma de gente antiga, essas musicas tristes que me fazem ser o que eu sou e eu me amo. Eu sou isso, essa dor sofrida, essa solidão desmedida, essa angustia sentida e esse amor sorrido. E se eu tivesse a chance de me reinventar eu não mudaria nada.
E espero que entendam que eu nunca, nunca vou crescer, vou ser essa criança que brinca, que fala bobagem e que sempre fala alto na hora errada, espero que entendam que eu sempre vou ser essa adolescente, essa moça que anda meio diferente, que bebe, que beija na boca, que se arrepende de ser tão impulsiva e tão temperamental, e PRINCIPALMENTE eu quero que entendam que sempre vou ser essa mulher que quer descobrir quem ela realmente é, uma busca incansavél de si mesma, que nunca vai parar de aprender com os erros da adolescente e nunca vai deixar de notar quando for hora de parar e brincar de novo. Como diz uma amiga, a gente só vive uma vez e se eu não aprendesse a me respeitar agora, eu não me respeitaria nunca.
E sabe qual é o grande lance disso tudo? Ser feliz.
Eu sou Feliz.
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