Pular para o conteúdo principal
Ela era fugitiva, ela tinha fugido tradicionalmente, ate um bilhetinho ela tinha escrito e colocado em cima de estante, ela tinha fugido assim como ele também já fugiu. saiu só com a roupa do corpo e uma bolsa que dava pra carrega uma casa, mas ela só levava os documentos, os quais mostravam uma pessoa que não era ela. fugiu. e nessa sua fuga encontro-se com o medo, o medo era engraçado, porem não conseguia fazê-la rir, ele era serio também, mas no entanto ela se sentia avontade com ele, o medo lhe causava duvidas, mas ela nunca duvidara do que sentia. o medo a prendeu numa cela onde a corrente era a liberdade.
ela estava presa e não tinha pra onde ir, pois tinha fugido, mas ela fugiu nobremente, fugiu sem mentir, sem deixar nada que pudesse causar duvidas, ela fugiu ficando.
nessa sua fuga ela também conheceu um velho conhecido, o amor. o amor não era engraçado e nem serio, amor não prendia e nem soltava o amor era nada. e aquela indiferença do amor, a fez entender o que era amar. porque o amor é justamente isso indiferente a regras, a palavras e a coisas. O amor era nada. e nunca ninguém iria entender o amor pq o nada não existe. mas se sente.
Ela tinha fugido, mas cada parte dela tinha ficado junto com o bilhete escrito. Ele não conseguia entender que ela nunca fora por completo, não havia tido tempo no tempo que ela tinha fugido, porque no amor na há tempo. Ela não ia falar pq fugiu. não ia falar do defeitos dele, não ia falar das qualidades dele, não ia falar dos medos dele que eram maiores que os dela, contudo ia falar que amor e medo andam juntos, pq o amor é Tao certo que sentimos um medo por não ter incertezas.
ela fugiu sim por medo. mas ela tinha fugido por medo do grande amor que ela sentia.
Historias de amor são assim. cheias de medos e cheias de amor.
E tudo o que ela fez foi fugir. Ficando inteiramente para trás.
Ela tava nele.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A.M.A.R

Já faz um tempo que escrevi a ultima vez, não tanto tempo quanto a ultima vez que escrevi e que fez mais tempo que essa. Não importa. Essa semana foi particularmente difícil para mim, muitas magoas e nenhuma solução. S.O.B.R.E.V.I.V.I. O que eu conto não é novo, mas pra mim é de alguma forma é especial. Cresci. S.U.P.O.R.T.E.I. Resisti. E o sentimento que me resta é essa maravilhosa sensação de que a vida ainda pode ser boa, que o amor ainda existe, que a felicidade pode ser vivida. F.U.I F.E.L.I.Z. Amadureci. A dor não nos faz retroceder, a não ser que a dificuldade de seguir além seja maior. A dor nos faz agradecer, pelo menos me faz, por isso Sigo. PERMANEÇO. Esse ultimo sem pontos, continuo, porque a vida não pode parar, a vida não para. E te engole. Ela é V.O.R.A.Z. O que difere é a E.S.P.E.R.A.N.Ç.A. Que eu carrego sempre comigo e me faz A.M.A.R. E como eu amei. AMO.

Amanheço.

Um turbilhão de sentimentos grita dentro de mim, inaudiveis. A vida vibra na frequência de quem quer achar beleza no mundo, feroz. Os encontros acontecem e mesmo apática, por ser vítima de uma cruel desesperança, um moço me desperta. E desperta reencontro dentro de mim a poesia. Que bom seria construir uma casa num chão de terra batida, onde ao fundo um sol laranja se despede de mais um dia. A simplicidade se confunde com beleza, ou será tudo a mesma coisa? A semântica das palavras as vezes não compreendem a si mesma. E com a alma transbordando questiono, a poesia se confundiu com um moço, ou era tudo a mesma coisa? Amanheço.

Tive sorte!

Eu sei que na fortuna dos filhos comilões tirei a sorte grande, o meu nasceu com apetite dobrado, herdado dos pais. Não sei se vcs sabem, mas sou gastrônoma, nasci dessa forma, porque sempre levei os sabores muito a sério, desde sempre e em todos os aspectos, inclusive no meu dia a dia a vida tem que ter sabor, ela de um modo geral tem que ser uma grande refeição alegre e animada, feito domingo de casa cheia, nada daquela comida rala, sem graça, sem vida e sem tempero. Porque a vida é passageira, e somos transitórios, então precisamos consumi-la! Meu filho come de tudo! come uma banana com a mesma alegria e satisfação de que come uma colherada de brigadeiro depois do almoço, mas só depois de raspar o prato cheio de feijão, legumes e carne, meu filho acha uma maçã tão saborosa quanto o bolo que eu faço. Uma tapioca com queijo, a segunda maravilha do mundo (perdendo só pro meu colo). E acho a interação dele com a comida bem saudável e muito bonita, tudo, dentro do que ele conhece e ...